terça-feira, 16 de abril de 2013

Construtivismo? Por Pablo Leones Mugnaini


Com mais da metade das escolas públicas e particulares no Brasil se dizendo adeptas do construtivismo, era de se esperar que diretores, professores e pais tivessem um bom conhecimento do assunto. A realidade, no entanto, não é bem essa.

Uma pesquisa realizada pela UNESP revela que ninguém sabe muito bem como o construtivismo funciona, e muito menos sabe dizer por qual razão ele deve ser adotado pelas escolas.

Erroneamente classificado como método de ensino, o construtivismo é na verdade uma teoria sobre o aprendizado infantil, proposta pelo psicólogo Jean Piaget nos anos 20 do século passado. Segundo essa teoria, a construção do conhecimento pela criança está intimamente relacionado com as suas experiências do cotidiano.

O mais dramático, porém, é que segundo a pesquisa, a livre interpretação e adoção do construtivismo como método, pela maioria das escolas brasileiras, produziu resultados desastrosos. Especialmente em determinadas disciplinas do ensino básico.

Na fase de alfabetização, com a pedagogia tradicional, as crianças são apresentadas às letras do alfabeto e

aos seus sons, depois vão formando sílabas até chegar às palavras. No construtivismo os fonemas são suprimidos, mostrando ao aluno a palavra já pronta sempre associada a uma imagem. A ideia é que com o tempo a criança acabe por assimilar aquela grafia simplesmente relacionando-a com a imagem conforme o quadro ao lado

Segundo o departamento de educação americano, que produziu o estudo mais completo já feito sobre o tema, os estudantes submetidos a esse método de alfabetização têm se saído pior do que os que são ensinados utilizando o método tradicional. Baseados nisso, a Inglaterra, os Estados Unidos e a França abandonaram de vez o construtivismo nessa fase de aprendizagem.

Veja reportagem segundo a qual o construtivismo é adotado por países com os piores indicadores do mundo. http://veja.abril.com.br/120510/salto-no-escuro-p-118.shtml

Da mesma forma, o departamento de educação americano recomendou que o contrutivismo também deveria ser abandonado no ensino de matemática, após constatar péssimos resultados em sala de aula.

O construtivismo foi adotado com muito entusiasmo pelos cursos de pedagogia a partir dos anos 70, quando textos de Piaget e seguidores, como Vygotsky, foram descobertos nas universidades americanas. No Brasil virou moda. Aos poucos acabou sendo abandonado pelos países que primeiro o adotaram, mas por aqui ainda persiste.

Países que ainda adotam o construtivismo, estão entre os piores em desempenho nas avaliações internacionais de educação. O Brasil é um desses países.

Pablo Leones Mugnaini - Professor de história do EJA in http://colgioestadualjoanadarc.blogspot.com.br/2010/05/construtivismo.html

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Desmascarando o Construtivismo - Por que os alunos não escrevem direito

Vejam o vídeo de Olavo de Carvalho em que ele esclarece, desmascara e denuncia a forma como os professores estão ensinando os alunos, fazendo com que os alunos tentem formar uma visão crítica sobre a matéria sem ter, ainda, o be-a-bá. Evidente que essa forma de aprendizado é incoerente, pois tenta fazer com que os alunos desenvolvam habilidades sem ter, ainda ferramentas e elementos suficientes para fazê-lo.

O socio-construtivismo  apresentado por Piaget e até de certa forma Vygotsky devem ser evitadas, isso mesmo, essas práticas educacionais devem ser suprimidas.

Os países comunistas de hoje, como China, Coréia, Cuba, dentre outros, baniram esse modo de ensino e nos exames internacionais esses países acabaram por ter um desempenho notável. Até a França, berço da doutrina do Suíço Piaget passou a adotar o método de ensino silábico, abandonando o construtivismo.

Vejam o vídeo, comentem e façamos desta postagem um local para troca de informações.

terça-feira, 12 de março de 2013

FILHOS DO NIILISMO


O Niilismo é uma corrente filosófica que prega a mais absoluta falta de lógica, de sentido na vida, nasce do ateísmo e do hedonismo, no qual a pessoa não tem uma esperança transcendente, não possui uma esperança fora do mundo presente, então procura na própria falta de sentido, a razão de existir.

É o prazer sem compromisso, o dinheiro sem trabalho, liberdade sem responsabilidade. Doutrina que questiona as verdades mais básicas necessárias para se viver em sociedade, para se viver, fazendo com que todos caiam no mais profundo relativismo moral.

Todos os alunos devem ser ensinados que há verdades absolutas, que há necessidades permanentes. Se alguém diz que tudo é relativo, então até a alegação taxativa de que “tudo é relativo” deve ser relativizada, o que acabaria por ser um contrassenso.

Por que temos que tomar banho? Por que necessitamos de uma religião? Por que necessitamos obedecer as Leis? Qual a razão de se agir de maneira honesta, inteligente e correta? Ninguém questiona que a soma do quadrado dos catetos é igual ao quadrado da hipotenusa. Por que questionar as convenções sociais?

Deve-se passar ao aluno que existe um certo, que existe um errado. E se um aluno perguntar: Homossexualidade é errado? O professor deve responder de maneira firme: “para a Igreja Católica, para algumas denominações religiosas, para tradicionalistas, sim”. Mas isso não  é relativizar uma informação? Com certeza que não, porque a partir do momento em que se aceita uma doutrina, toda inteira, deve-se partilhar dos mesmos entendimentos dela com relação às questões de ordem moral.

Ensinar os alunos católicos a serem católicos, judeus serem judeus com perfeição, protestantes, ou sem religião, da mesma forma, amando aos diferentes, respeitando até quem, aos seus olhos, está errado é mais produtivo que jogá-los no relativismo, contraproducente é tentar relativizar as convicções dos alunos, tentar jogar ele contra as crenças de seus pais. Isso nada tem a ver com religião, mas é uma forma de se construir uma formação completa, fazer com que o aluno perceba que há coisas que devem ser levadas com mais seriedade, como religião, escola, profissão, relacionamentos. Necessário ensinar o significado e como se comportar diante da seriedade.

Ensinar o niilismo, o relativismo, a doutrina das várias verdades paralelas e todas elas igualmente válidas é convidar o aluno ao relativismo moral no qual ele pode se permitir ser bandido, ser relapso, ser violento, afinal de contas ninguém é mal só pela maldade, todo mundo tem os seus motivos. Até o Diabo tem os seus motivos para odiar a Deus e a toda Criação. O que tem que fazer é jogar esses motivos na balança para ver se são adequados, verdadeiros e razoáveis.

Por isso que o professor tem que responder dentro da esfera de liberdade de cada aluno, mas mostrando que no mundo há verdades absolutas, há convenções sociais necessárias, que precisam ser observadas.

Exemplos da necessidade de se observar essas convenções sociais são os casos das pessoas que acabam por se mutilar com tatuagens, modificações no corpo, meninos com brincos, cabelos compridos, meninas que se comportam de maneira excessivamente masculinizada, ou meninos que se comportam de maneira efeminada, situação que depois acaba por dificultar que eles encontrem um emprego, se relacionem e acabem sofrendo bulling, senão na escola, com certeza no seu convívio.

Menina ser masculinizada e menino ser efeminado nada tem a ver com a opção sexual de cada um. Existem convenções sociais que os movimentos de esquerda pretendem relativizar, mas enquanto isso não acontece e, acaso isso não aconteça, ainda temos convenções sociais, uma expectativa da sociedade com relação a cada um. Por mais hipócritas que sejam essas expectativas, por mais misógino, machista, ou por mais errado que a sociedade esteja, é nessa sociedade em que o aluno vive e é nela que o aluno deverá conseguir sua subsistência.

Evidente que há coisas que devem ser conversadas em reservado. Alunos devem ser instruídos a se vestirem com decência, falar, homens de uma forma varonil, meninas a cultivar gestos e posturas mais doces e delicadas. Isso ajuda na construção da própria identidade.

Há discursos de grupos extremistas, feminazis e homonazis que dizem que esse tipo de atitude por parte da escola é repressivo à formação da identidade sexual, mas ao mesmo tempo dizem que o homossexualismo se manifesta, independente do meio. Não se trata de tentar boicotar a liberdade sexual do aluno, mas de falar a ele: “esse seu jeito de falar pode te vitimar”; “essa sua postura pode te causar transtorno”; “respeite-se e seja respeitado pelos outros”.

Direto ao assunto
O que foi escrito até agora foi para dar supedâneo à tese fundamental do artigo.

Eu peguei carona na identidade sexual, meninos se comportando como meninos e meninas como tais, porque começa aí a questão das verdades absolutas, inalienáveis e inafastáveis. Essas questões podem ser preponderantes no sucesso profissional e financeiro dos alunos, principalmente em cidades menores. Questão de opção sexual de cada um à  parte, necessário que o professor oriente o aluno a se adaptar à sociedade em que ele está inserido. Fala-se muito de adaptá-lo à informática, novas tecnologias, mas pouco, na verdade até se combate, a questão dos valores que a sociedade sinceramente guarda.

Quem vem com a ideia de que não existem verdades absolutas, que existem questões a serem desconstruídas para que a pessoa seja mais livre, mais feliz, mais produtiva, é evidente que esse agente demolidor das verdades fundamentais da sociedade está querendo introduzir você em alguma coisa errada. Por exemplo, a sobriedade. Para que manter a sobriedade? A sobriedade é uma coisa que a sociedade hipócrita prega. Atentando contra a sobriedade, cai-se no alcoolismo, abuso de drogas... Por que deve haver um respeito pelo próprio corpo? Por que temos que refrear nossos impulsos? Atentando contra a dignidade do próprio corpo acaba-se caindo na promiscuidade.

Ocorre que mesmo que digam que há um niilismo, e que a vida da pessoa não precisa de uma relação de causa e efeito, permitindo um prazer pelo prazer, liberdade sem responsabilidade, dinheiro sem trabalho, o mundo não é assim e bandidos são mortos, devassos contraem doenças venéreas devem ser responsabilizados por gravidezes indesejadas e o libertino acaba recebendo no próprio corpo a paga pelas suas transgressões.

Se uma pessoa é perseguida por ser homossexual, na verdade por essa homossexualidade transparecer nos gestos mais corriqueiros, então é evidente que perante àquela sociedade esse tipo de conduta não é adequada. Se o aluno for homossexual, ou for heterossexual, não compete ao professor dar palpite sobre, mas é necessário que ensine ele a se desviar das perseguições e não provocar a ira dos outros, por mais errados que os outros estejam. Ninguém chuta um cachorro violento na rua, mas se possível adota uma postura pacífica, gestos lentos e previsíveis e faz de tudo para que aquela fera não o ataque. Da mesma forma no convívio social. Por mais que grupos intolerantes estejam errados, não convém irritá-los, porque ninguém quer mártires, mas querem que as pessoas vivam em paz e de maneira produtiva.

Conclusão
O que os alunos, pais de alunos, alunos, professores e sociedade precisa entender é que o niilismo, o relativismo, a questão de que no mundo há várias verdades paralelas e todas igualmente válidas gera uma falta de referencial, gera um comportamento permissivo demais que pode desembocar em uma situação de exagero (vícios, promiscuidade, crime).

Na questão específica dos homossexuais o que ocorre é que os movimentos homossexuais querem que as pessoas com tendências homossexuais demonstrem isso em cada minuto do seu dia. Eu gosto de mulher mas raras são as vezes que eu demonstro isso, só para ilustrar. E demonstrando de uma maneira IRRESPONSÁVEL, acabam ficando expostos a sofrerem bulling, repressões e perseguições.

O que os movimentos homossexuais querem é justamente que os homossexuais sofram preconceito, que apanhem na escola, que apanhem de playboys e intolerantes na rua, para depois aparecerem de vítimas na televisão e usarem esses fatos isolados como pretexto para alimentar o ódio contra a grande massa de heterossexuais e conseguirem perante o Poder Público mais vantagens e privilégios. Ou por que outro motivo os homossexuais e ateus provocam tanto a Igreja Católica e aos cristãos como um todo? Porque eles querem que as Igrejas respondam em mesmo tom, processem, mandem para a cadeia, percam a paciência e os acabem agredindo na rua, tudo isso para depois dizer que os religiosos são intolerantes. Isso precisa ser desmascarado.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Carnaval - Uma festa pagã incompatível com o cristianismo

Quanto à comemoração do Carnaval (carnis valles - Prazeres da carne), deve-se resgatar sua origem, explicar aos alunos a história do evento e suas boas e más influências na vida da sociedade.

A historicidade dessa comemoração remonta à Grécia Antiga, quando se comemorava a fertilidade do solo, as colheitas, a abundância, ocasião em que se comia, bebia, e festejavam.

No entanto, houve a introdução da celebração ao deus do vinho e das parreiras, Dionísio, ou Baco, para os Romanos. Como a celebração era regada a muita bebida alcoólica, as festas em homenagem a Baco, acabava sempre naquilo que conhecemos hoje em dia como "bacanal". Dessa tradição surgiu a característica irreverente, vinculada aos prazeres do mundo: comida, bebida, prazeres mundanos.

A festa de origem grega foi rapidamente adotada pelos romanos e como a história de Dionísio conta que ele deveria ser criado como menina por Ino e Atamante, logo foi incluída na festa o hábito de inversão de papéis. Homens valentões festejando vestidos de mulheres, ricos e nobres vestidos de mendigos, promíscuos como decentes líderes religiosos e meretrizes como castas donzelas. Dessa tradição que se originou o hábito das fantasias que, naturalmente foi-se ampliando, não apenas com inversão de papéis, mas de fantasiar-se de animais, personagens de ficção, personalidades históricas, dentre outros.

Com a influência do cristianismo, a festa passou a ser mais contida, no entanto, a população sinalizava que não estava disposta a abrir mão dos festejos pagãos e profanos. Nesse contexto foi-se estabelecido que após as festas pagãs, houvesse a imposição de cinzas sobre as pessoas para que elas se recordassem de sua condição mortal, de que do pó viemos e ao pó voltaremos, seguindo-se, ainda, quarenta dias de jejum e abstinências (ovos, carne vermelha, orações) lembrando o período de quarenta dias (quaresma significa período de quarenta dias em latim) que Jesus jejuou. Nesse período propiciava-se a reconciliação com Deus após os abusos eventualmente cometidos no período de festas. O período de festas eram chamados de segunda-feira gorda, terça-feira gorda e quarta-feira de cinzas.

Dessa forma, o Carnaval deve ser ensinado como é de fato,  uma festa pagã, que não encontra lugar no verdadeiro cristianismo e, pelo fato de ser uma festa de busca ao prazer, ela encontra resistência por parte da população em não ser mais celebrada. Não é uma imposição do cristianismo como verdade e do carnaval como algo proibido, ou pecaminoso, mas de tratar o prazer dentro do contexto da responsabilidade e do considerado sadio, até para a própria segurança dos alunos.

Não que o Carnaval deva ser eliminado da sociedade, porque o prazer é necessidade humana das mais básicas, mas ensinar o que é prazer com responsabilidade e sem se desvalorizar enquanto ser humano, apontando ainda que se trata de um elemento estranho à cultura que foi adaptado, mitigado em alguns aspectos (sexualidade, exageros) e valorizado quanto a outros aspectos (alegria, danças festivas, música) para melhor se adaptar à essa realidade.

Boas dicas de atividades é fazer com que os alunos, principalmente os adolescentes, descrevam como seria uma festa de carnaval sadia e que não viesse a causar consequências gravosas para a própria segurança e a dos outros.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Ecologia - O ser humano como destinatário das preocupações


O tema da ecologia merece muita atenção do professor de Direita Política, especialmente sob a batuta de alguns princípios e norma que vamos tratar neste artigo.

É importante ensinar os alunos a reciclar, separar o lixo (coleta seletiva) e a manter o meio-ambiente limpo e arrumado, a começar pela nossa própria casa. Interessante dar como atividade de casa, dependendo da idade dos alunos, fazer algo de concreto para manter a própria casa limpa e organizada, como guardar os brinquedos, lavar pelo menos o próprio prato e talheres, arrumar a cama, colaborar para a limpeza da casa e, depois, em sala de aula, dizer como foi a experiência.


Separar o lixo ajuda na otimização do processo de reciclagem, uma vez que o material reciclável não se encontra contaminado ou sujo com restos de comida e outras sujeiras do lixo doméstico. A reciclagem gera emprego e renda para muitas pessoas, especialmente famílias que, sem a reciclagem e coleta seletiva, acabariam caindo na mendicância. A Ecologia é uma coisa boa.

No entanto, os alunos devem se ver como um agente, ou até mesmo o principal agente e destinatário desse processo, nesse ponto que é importante falar da ecologia humana.

Quando se fala de meio-ambiente, logo se lembra de mato, animais selvagens, talvez uma fazenda, criação de gado, rios, solo, plantas, animais... Mas raramente, quando se fala em meio-ambiente, é mencionado com a ênfase merecida o meio-ambiente urbano, o caminho de casa até à escola, o ser humano como parte desse meio-ambiente.

Quando se fala em ecologia, preservação de espécies ameaçadas de extinção, deve se falar da preservação da vida humana como sumo-bem, como mais importante que a do macaco, do veado, da onça e da capivara. Quando se fala em ecologia, consumo consciente, deve ser dito que o mundo todo tem condições de alimentar a todos, tanto que o desperdício é grande. Ensinar não a evitar o desperdício, mas olhar para o que não tem condições de comprar o que comer, beber e vestir.

Enfim, o tema ecologia deve colocar o ser humano no centro da discussão, deve colocar o ser humano como principal beneficiário da ecologia. A ecologia deve ser um bem, em primeiro lugar, ao ser humano e não ao macaco, ao veado, à onça e à capivara. A Ecologia de ódio ao ser humano, aquela que prega que não se pode derrubar uma árvore para construir um hospital deve ser denunciada, criticada e atacada. A Ecologia que fala da preservação do macaco, do veado, da onça e da capivara deve ser colocada lado a lado com as discussões sobre a legalização do aborto e da eutanásia e colocar o nascituro na discussão da preservação de espécies também: da espécie humana. Meu corpo, minhas regras deve ser discutido, porque se a mulher fosse tão soberana sobre o próprio corpo ela engravidaria após uma manifestação de um ato de vontade seu e não por causa de um ciclo alheio à sua interveniência.

A Ecologia terrorista Malthusiana, de crescimento da população deve ser desmascarada pelo professor de direita, mostrando que a produção não alimento, não por falta de produção, mas por falta de condições de as pessoas adquirirem o produto.

Cada um pode ajudar a melhorar a questão da demanda por uma produção cada vez maior vivendo com humildade, modéstia e sem ostentações como solução para a exagerada demanda por produtos e serviços, uma vez que, ao lado da questão de preservação ambiental está um consumismo desenfreado de artigos supérfluos, extravagâncias de consumo e uma cultura que deve ser moldada: viver com conforto, sim, mas aprender a pesar o custo, benefício antes de entrar no consumismo desenfreado. Assim temos ecologistas com celulares de última geração e mais outros 5 em casa que não usa mais, computador, notebook, tablete televisão de led e produzindo um lixo eletrônico gigantesco.

Questões como aquecimento global devem ser analisadas de maneira racional, uma vez que se fala em maiores temperaturas dos últimos 60 anos. Mas há 60 anos havia emissões de gazes que provocam o efeito estufa? Evidente que essas ondas de aquecimento e resfriamento são cíclicas e independem da intervenção humana, sem contar que os gases tratados como vilões, não produzem os efeitos que os eco terroristas atribuem a eles.

Para se falar de Ecologia, recomendo aos professores lerem, sim, o que está na cartilha dos eco chatos, mas também ver pareceres divergentes. Ensinar as crianças e jovens não com verdades prontas e imutáveis, mas ensiná-las que há coisas comprovadas, outras não comprovadas e a não acreditarem em tudo o que elas vêm na TV.

Modelo de requerimento de dispensa - Doutrinas esquerdistas


R/E/Q/U/E/R/I/M/E/N/T/O

Eu, NOME COMPLETO, NACIONALIDADE, Professor@, portador@! Da Cédula de Identidade, RG sob nº 999.999.999-9, inscrito no CPF/MF sob nº 999.999.999-99, residente e domiciliado n@ ENDEREÇO COMPLETO, tendo em vista a determinação dessa Secretaria (ou PPP da Escola – citar o nº do documento ou artigo do PPP), peço o seguinte:

Primeiramente, não é possível, para mim, deixar de lado minhas convicções religiosas e filosóficas, ainda mais tendo consciência do mal que minha omissão causará, potencialmente, ao futuro dos meus alunos e o dano às minhas convicções mais íntimas, motivo pelo qual, invocando o art. 5º, VI e VIII da Constituição Federal, me recuso a ensinar aos alunos:
1-                    Igualdade de condições e de dignidade do casamento homossexual, grupal (vários homens e várias mulheres em igualdade de número), ou qualquer forma de poligamia (um homem e várias mulheres, ou vice-versa) se comparados com a família tradicional, ou seja, um homem, uma mulher e seus filhos naturais ou adotados, sendo homem e mulher casados legalmente (e perante a autoridade da Igreja, se for o caso);

2-                    Fazer qualquer apologia à legalização do aborto, eutanásia, ortoeutanásia, ou qualquer outra prática da chamada “cultura da morte”, sendo eu partidári@ da cultura da vida;

3-                    Fazer do ensino religioso ferramenta de engenharia social, propagandística ideológica, principalmente dos movimentos de Esquerda, uma vez que eu sou partidári@ da ideologia de direita política;

3-                    Ministrar aulas, ou temas transversais de Educação Sexual que envolva ensino ou estímulo a prática de masturbação, qualquer que seja o método ou finalidade, por considerar essa prática pecaminosa, intrinsecamente desordenada e prejudicial ao desenvolvimento psíquico, emocional e afetivo dos alunos, assim como relações contrárias à natureza (que não seja relação convencional entre um homem e uma mulher), uso de preservativos, anticoncepcionais e outros métodos contraceptivos que não sejam a abstinência, auto controle, tabelinha e método Billings. Ainda sobre o tema da Educação Sexual, a recusa se estende a falar de sexualidade humana sem tratar em conjunto da responsabilidade, compromisso e fidelidade, valores que, de acordo com minhas convicções mais íntimas, aquele não pode ser tratado isoladamente sem este último.

Menciono ainda o fato de, se eu ensinasse valores ideológicos avessos às minhas convicções, como a dignidade do casamento homossexual, a cultura da morte e fizesse do ensino religioso uma ferramenta de doutrinação comunista, minha atitude seria louvável perante o sistema, ficando patente uma nítida preferência com a qual em não compactuo.

Nos termos da Magna Carta, de toda a legislação infraconstitucional e do direito inalienável à liberdade de consciência e ao fato de não ser justificável a proibição de se ensinar em sala de aula valores tradicionais, princípios éticos e morais cristãos tradicionais, valores esses que moldaram nossa Sociedade e continuam em voga e temendo punições eclesiásticas (excomunhão automática late sententiae, no caso de católicos), caso seja necessário ensinar, doutrinar e catequizar os alunos nos assuntos acima enumerados, os quais são contrários às minhas convicções religiosas e filosóficas, peço que esse ensino seja feito por outro professor.


Nesses termos
Pede deferimento

Local, data


Assinatura
professor@

domingo, 6 de janeiro de 2013

Ensino Religioso verdadeiro - O Cristianismo como Tesouro da Cultura


Um dos grandes tabus de hoje em dia é a questão do Ensino Religioso nas Escolas, uma vez que há toda uma discussão acerca do Estado Laico, privilegiar uma em detrimento da outra, uso da máquina pública em defesa dos interesses de classes, dentre outras argumentações que até guardam um fundo de verdade, como toda mentira bem contada.

Em primeiro lugar, devemos desmitificar o ensino da religião cristã dentro das escolas, uma vez que o cristianismo está tão arraigado na rotina da sociedade que podemos dizer sem sombra de dúvida que o padrão de conduta na civilização é o padrão cristão.

Ensinar cristianismo não é beneficiar uma religião em detrimento de outras, mas alinhar a conduta dos alunos ao padrão da sociedade. Os valores cristãos são “macaqueados” por outras orientações religiosas e até os ateus que se apresentam como boas pessoas, necessariamente procuram trazer para a sua filosofia, um embasamento diferente dos valores cristãos mais relevantes. Assim sendo, o ensino do cristianismo não é um desvirtuamento da função da escola, mas uma necessidade latente, de modo que, se não ensinado e não compartilhado com a família do aluno, o risco de se ter um aluno excêntrico, desajustado, ou rebelde é grande. Não existe verdadeira ensino de Cultura Brasileira, sem tocar no assunto RELIGIÃO CRISTÃ.

O Estado não é negro, não é bugre, não é homossexual, mas mesmo assim ensina-se algo dessa cultura na Escola. Ensino Religioso também não significa privilegiar a religião Cristã em detrimento de outras, da mesma forma que não é ensinar sobre cultura quilombola. A Religião Cristã é um tesouro da nossa cultura e deve ser tratada como tal.

Não entramos em matéria de doutrina ainda, mas apenas os valores, a ética, o respeito à vida do outro, dos animais, ao próprio corpo como templo de Deus (Espírito Santo). Esses valores, muito embora estejam carregados de um embasamento doutrinário, são apenas aspectos secundários da religião, ou seja, são temas que, muito embora estivessem presentes de maneira infusa desde a época apostólica, foram sistematizados e verbalizados durante os séculos. A doutrina cristã pura é que Cristo, que é Filho único de Deus e, por isso mesmo, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, desceu à Terra para que o seu sacrifício na cruz apagasse a nossa culpa pelos nossos pecados porque os sacrifícios de animais não eram mais suficientes para expiação dos pecados do povo, tanto que o Templo de Jerusalém foi destruído menos de quarenta anos depois da morte de Cristo.
É importante evitar ensinar doutrina, não pelo valor da  doutrina, mas pela oposição de superiores hierárquicos, devendo estar presente esse elemento caso haja acordo com os superiores imediatos.

Outro ponto interessante é que é muito mais relevante ensinar, mesmo que de maneira superficial, os valores e elementos relevantes de outras religiões, especialmente o judaísmo, o islamismo, o hinduísmo, valores éticos e morais dentro do neo-paganismo e religiões afro (Wicca, Umbanda), do que ensinar sobre religião como manda a cartilha politicamente correta. Ou seja: melhor pegar o que diversas doutrinas têm de positivo que fazer com que o Ensino Religioso não atinja o seu objetivo.

O que prega essa religiosidade politicamente correta é um processo de extinção paulatina da religião, primeiramente a católica, depois todo o cristianismo, nos países do oriente médio e comunistas pela perseguição direta, nos países capitalistas ocorre uma série de leis, de regulamentos, como esses, por exemplo, de proibir falar em Cristo nas escolas, proibir dar uma assistência religiosa aos estudantes, inclusive com a criação de capelanias nas escolas.

Para substituir o Cristianismo, estão tentando implementar uma religião ecumênica mundial nos moldes Gramscianos, ou seja: a religião como ferramenta de propagandística comunista e com o fim de, superadas as barreiras dos valores cristãos, universalizar a cultura da morte. Esse é o fim da religião ecumênica universal: Acabar com os valores cristãos, instituir a cultura da morte e fazer com que a vida humana não valha nada, de modo que as pessoas encarem com naturalidade a corrupção dos políticos, o descaso para consigo mesmo, desestruturando a sociedade, porque uma sociedade desestruturada não tem condições de se revoltar, se organizar e destituir os governantes, instaurando uma verdadeira democracia.

E no lugar dos valores cristãos de respeito à vida, à propriedade e à solidariedade, inocular nas pessoas a ecologia como valor supremo, fazer com que se preocupem com fenômenos meteorológicos, cataclismos espaciais... Ou seja, ocupar a cabeça das pessoas com preocupações inúteis e sem valor ético algum, para que o Estado Comunista seja a fonte primária dos valores, da ética e da cultura. Ecologia será o tema da próxima postagem.