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terça-feira, 12 de setembro de 2017

Modelo de notificação extrajudicial à escola (Ideologia de gênero)

Todas as informações necessárias estão na imagem ao lado, mas não custa transcrever para facilitar o tráfego de informações:

"Os pais têm direito a que seus filhos recebam a educação religiosa e moral que esteja de acordo com suas próprias convicções (art. 12 da Convenção Americana de Direitos Humanos)

"PROCESSEM POR DANO MORAL - As escolas e os professores que transmitirem ao seu filho conteúdos morais que estejam em conflito com as suas convicções"

Respeitando os direitos reprográficos segue a postagem em que você pode baixar os modelos de notificação e como fazer para processar escolas e professores que extrapolam os limites do ensino e passam à doutrinação ideológica.

PARA TER ACESSO AO MODELO, ENTREM NO SITE DO ESCOLA SEM PARTIDO pelo link abaixo:
http://www.escolasempartido.org/artigos-top/552-modelo-de-notificacao-extrajudicial-arma-das-familias-contra-a-doutrinacao-nas-escolas

Nota do editor:

A liberdade de consciência envolve também o direito de a família ensinar os seus filhos da forma mais adequada com as próprias convicções. Quando nós vemos exemplos mais caricatos como a Família Bolsonaro em que os quatro filhos do Jair, Carlos, Eduardo, Flávio e Renan, nenhum deles são esquerdistas, e compartilham em grande parte dos posicionamentos do pai. Se isso é adequado, ou o mais certo, vai da cabeça de cada um decidir, mas é um exemplo de que os pais têm direito a educar os filhos da forma como acha mais conveniente, sem ingerências do Estado, ou das escolas particulares.

Na verdade, a educação moral deve ser responsabilidade das famílias e por elas cobradas, com punições sérias a alunos e famílias que não cumpram com o seu papel. A falta de punição a alunos e a famílias que faz a geração sem limites.

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Trecho da entrevista de Camille Paglia sobre ideologia de gênero

Transcrição de um trecho da entrevista de Camille Paglia demonstrando que a relativização dos gêneros é algo que indica um declínio de uma civilização que vai acabar no caos e, então, no caos, os papéis entre homens e mulheres deverão ser novamente bem distintos por questão de sobrevivência.

Muitas vezes disseram que eu sou identificada como transgênero, não há dúvidas de que eu, desde o começo, nasci no fim dos anos 40 e cresci nos conformista anos 50, quando os papéis sexuais eram muito polarizado: uma garota era uma garota e um garoto, um garoto.

Eu não me identifiquei com meu gênero, definitivamente, tive uma grande disfunção de gênero e me vestia com roupas masculinas. O máximo que podia isso só era permitido no dia das bruxas, me fantasiar com roupas masculinas no dia das bruxas.

Mas ainda acredito que existam fundamentalmente dois sexos que são determinados biologicamente, e há uma área cinzenta no meio.

Comecei escrever sobre a androginia, a mistura dos limites entre homem e mulher na faculdade. Gostava muito do assunto, o encontrava em todo lugar. Nas obras de Shakespeare, o travestismo de Rosalind em "Como Gostais".

Quando cheguei à pós-graduação, isso foi o tema da Minha tese, o título original: "sexual Persona", eram as categorias de andrógeno, que se tornou o subtítulo de Minha tese.

Fiz pesquisa na biblioteca, fui à faculdade de medicina e pesquisei sobre biologia reprodutiva e aprendi sobre essa área cinzenta entre gêneros.

Mas é um número muito pequeno de casos, um número diminuto, está bem? Gêneros autênticos que são ambíguos. Acho que é propaganda dos transgêneros faz alegações muito inflamada sobre a multiplicidade de gêneros.

E a cirurgia de redesignação sexual, mesmo hoje, com todos os seus avanços, não pode mudar o sexo de ninguém.

Você pode se identificar como um homem trans, ou como uma mulher trans, ou como uma das novas definições, mas, por fim, toda célula do corpo humano, o DNA dessa célula segue codificado para seu nascimento biológico.

Então, muitas tiras são propagadas atualmente que acho que não é do melhor interesse de ninguém.

O que me preocupa é a popularidade e a disponibilidade da cirurgia de redesignação sexual. Alguém que não sente que pertence ao gênero biológico, as pessoas estão sendo encorajados a intervir no processo. Pais estão sendo encorajados a submeter a criança a procedimentos cirúrgicos que acredito ser uma forma de abuso infantil. Hormônios para desacelerar a puberdade, manipulações cirúrgicas etc. Acho isso errado, acho que as pessoas devem esperar até ter idade para dar consentimento. Pais não deviam fazer isso com seus filhos.

E acho que até na adolescência é cedo demais para esse salto. As pessoas mudam, as pessoas crescem e se adaptam.

Preocupa-me... E meu estudo histórico em "Sexual Persona", sempre falo sobre as fases mais avançadas de Cultura. Sempre fui atraída pelas fases mais avançadas, ou decadentes da cultura.

Oscar Wilde é um dos grandes expoentes no fim do século XIX. Ele é uma de minhas maiores influências na juventude. E descobri, em meu estudo, que a história é cíclica.

Em qualquer lugar do mundo você encontra um padrão. Em períodos antigos, que quando uma cultura começa seu declínio, você tem o surgimento de fenômenos transgênero. Isso é um sintoma do colapso de uma cultura.

Então, ao invés de as pessoas elogiarem o liberalismo humanitário que permite todas essas possibilidades transgênero aparecerem, ou serem encorajadas, eu ficaria preocupada com como a cultura ocidental está se definindo para o mundo, porque, na verdade, esse fenômeno está incentivando os irracionais e quase psicóticos inimigos da cultura ocidental na forma do Estado Islâmico e outros jihadistas. Nada define melhor a decadência do ocidente para os jihadistas do que nossa tolerância à homossexualidade aberta e essa mania transgênero.

Acho que qualquer visão de futuro... O futurismo da ficção científica do fim do século XIX e começo do século XX, normalmente projetou que homens e mulheres, no espaço distante começaram a se adaptar em gênero. Você vê isso em "Star Wars", o gênero começa a ser apagado, homens e mulheres trabalham lado a lado quase como uma máquina, algo de mecânico, fazendo desaparecer as diferenças de gênero.

Sim, cada vez mais o "masculino" é visto como algo retrógrado, algo paleolítico, algo que pertence ao passado. No entanto, sigo avisando que a possibilidade de desastre de qualquer tipo: o desastre político, guerras, fome, mas também problemas climáticos muito severos. Não o aquecimento global, cujas alegações são inflados.

Acho que a mudança climática é inerente a história da Terra e todo tipo de coisas pode acontecer com a terra: Erupções Solares inesperadas, vulcões em erupção e mandando cinzas para atmosfera. Mudar o clima tão gravemente durante décadas que a produtividade agrícola no mundo todo é afetada. Todo tipo de coisa pode acontecer, e o aviso... Se estudar a história, é previsível.

Como Roma caiu, o Ocidente também cairá. E o que nos restará? Dependeremos homens de novo, precisaremos de HOMENS.

As mulheres e crianças ficarão em casa e os homens terão de sair e caçar animais selvagens com as mãos, cortar a carne e fazer o trabalho pesado e, de repente o masculino voltará.

Então, acredito que o gênero é fluído em um respeito. Tirando isso, existem certos fatos fundamentais que a atual teoria dos gêneros se recusa a reconhecer.

A maioria dos homens tem de oito a dez vezes mais o nível de testosterona, o hormônio masculino, que qualquer mulher, está bem? Existem diferenças profundas no cérebro que surgem de banhar os tecidos nesse hormônio masculino.

Não vejo testosterona como inimigo da humanidade como tantas feministas veem. Acho que essa energia ativa e agressiva dos homens criou civilizações.

A mulher moderna se beneficiou tremendamente desses grandes sistemas que o homem criou. E nesses sistemas protetores nós tomamos o poder, temos uma voz, temos proeminência, etc., etc. Me parece muito ingrato a mulher moderna negar todo o trabalho... E o trabalho que o homem continua a fazer, o homem segue fazendo no mundo, todo o trabalho sujo com as mãos.

O trabalho sujo e sem glamour com as mãos. Sair após uma tempestade com cabos elétricos caídos porque as árvores derrubaram os cabos, desafiando a morte... Eles saem no meio da noite.

Não vejo mulheres clamando para sair no meio da noite para consertar a rede elétrica, não vejo mulher clamando para misturar o piche quente e colocar nos tetos. Ou para consertar as redes de esgoto, algo que há duas semanas, uma grande rede de esgoto se rompeu numa cidade vizinha e as pessoas que estavam lá fazendo o trabalho sujo eram todos homens, os quais nós deveríamos agradecer.

Acredito que, com a mudança das culturas, sim, existem definições distintas de homem e mulher. Em culturas mais sofistica os sexos se unem, então há um grande colapso e recomeçamos a história humana, e existe a separação dos Sexos.


terça-feira, 9 de julho de 2013

Necessidade da modéstia e decência na sala de aula

Gostaria de publicar um texto que serve, tanto como resposta às insídias maliciosa dos movimentos femi-nazis terroristas, quanto como um chamado honesto e sincero à reflexão por parte dos alunos, dentro do ambiente escolar, sobre como eles estão se vestindo e se comportando dentro dos muros da escola.

Primeiramente a resposta às femi-nazis que lutam pelo direito de serem vulgares, que pleiteiam o direito de serem vadias, que escrevem palavras obcenas em cartazes, e nos mesmos cartazes narram suas experiências mais tórridas e vícios mais pérfidos como se fossem virtudes cardinais.

Interessa obser-var, professores e alunos, que os argumentos feministas são totalmente rechaçados pelas próprias mulheres, mas as mulheres de sucesso. Margareth Thatcher, Denazir Bhutto, no Brasil, Princesa Isabel, as mulheres que realmente lutaram pelos direitos das mulheres nos anos 50 a 70, Maria da Penha, as repórteres mais conceituadas, como Rachel Sheherazade, Fátima Bernardes, economistas famosas como Miriam Leitão, Marcelle Chauvet, todas elas são mães de família, profissionais competentes, esposas dedicadas a seus maridos, se vestem com decência e se comportam com modéstia.

O raciocínio sofístico das feministas é que não são elas que devem se vestir com decência, mas os homens que devem respeitar os limites. Esse raciocínio é natimorto e o estão sacudindo como se estivesse vivo. Então não devemos trancar nossas casas, nossos carros, não devemos tomar cuidado ao andar de noite, afinal de contas não somos nós que devemos zelar pelo nosso patrimônio, mas os assaltantes que não devem cometer crimes.

Esse raciocínio feminista é um raciocínio tão abortado como os seus filhos que miseravelmente foram concebidos em seus ventres mais cheios de perfídia que do feto que ali se desenvolve porque não é razoável. Não é homem que abusa de mulheres na rua, não é homem que assalta uma casa, não é homem que pratica um assassinato, ou que mata uma pessoa inocente na rua para facilitar o roubo, mas um desajustado social.

Perceba a malícia feminista (não é feminina, mas feminista) de lançar a culpa de estupros, de abusos, de violência contra suas intimidades, que já são quase tão conhecidas quanto o Cristo Redentor, em todos os homens. Isso é ridículo.

O homem ajustado, ao ver uma mulher vulgar, esse sente pena, sente nojo, faz careta, ou simplesmente ignora, porque no Brasil, um país em que nádegas femininas passam o dia todo na televisão e em que uma das atividades de lazer mais bem quistas, tanto por homens, quanto por mulheres, é ir às praias, piscinas, ou outras formas de banho público, a nudez, ou a quase nudez não choca tanto.

Lançar a culpa de estupros, violências, abusos sofridos por algumas mulheres e praticados por uma minoria de homens que, em nada representa o padrão da conduta masculina, não é justo, nem adequado. Se as mulheres forem em boates destinadas ao público GLS, talvez outra mulher invada sua intimidade, não que o comportamento homossexual seja mais atrevido, ou mais promíscuo, mas porque desajustado por desajustado, pode ser tanto do sexo feminino, quanto do sexo masculino. São pessoas desajustadas, em certo nível, podendo até dizer que são doentes, necessitando, ou de tratamento, como aquele dado a Manoel Duda, ou de serem encarcerados numa cela cheia de outros desajustados para sentirem na própria pele o que suas vítimas sentiram e, mais que isso, repensarem suas atitudes.

Nesse contexto, a única pessoa que se beneficia em tomar medidas protetivas ao próprio patrimônio é o proprietário, quem se beneficia com seguro é o segurado. Quem é a pessoa mais beneficiada com a modéstia, com a decência? Evidente que é a pessoa que age com modéstia e decência.

Por isso que dentro do ambiente escolar, o uso do uniforme deve ser respeitado, tendo em vista que a liberdade excessiva nesse sentido pode gerar abusos, ainda mais por falta de referencial em casa por parte de muitas mães.

Caso haja impossibilidade de se adotar uniforme escolar, professores e diretores têm a obrigação de fazer valer sua autoridade, uma vez que autoridade não é uma faculdade, mas um dever: “eu sou autoridade na minha sala de aula e eu não quero aluno mal vestido”; “diretor é autoridade na escola e não quero aluno mal vestido na escola”. Essa postura parece chocar em épocas de relativismo moral como vivemos, em que a única virtude aceita pelos politicamente corretos é ser um banana, um covarde, um frouxo, no entanto, professores, diretores e funcionários devem cobrar a modéstia no vestir, tanto no ambiente escolar, quanto nos eventos promovidos pela escola e também na vida fora da escola por parte dos alunos.

Os funcionários da escola, se mulher, deve demonstrar ser uma esposa dedicada, mãe zelosa com seus filhos, feliz e satisfeita com a condição feminina que possui. A professora que passa a idéia de uma ansiedade na igualdade entre homens e mulheres, além de demonstrar que mulheres são inferiores aos homens, pois se fossem superiores não queriam igualdade, ignoram que já há igualdade entre homens e mulheres, exceto pelos benefícios a mais que as mulheres possuem. Rachel Sheherazade disse certa vez e eu já citei neste blog que:

Mas, se ainda assim, as mulheres insistem em se igualar aos homens devem começar abdicar da conveniente redoma que as protege das missões mais duras e das críticas mais espinhosas.

É proibido por lei mulher receber menos que o homem se executar as mesmas atividades e em igualdade de condições, a mulher tem um direito de 15min de intervalo quando do início de horas extras (art. 384 da CLT), a mulher se aposenta mais cedo que o homem, dentre outros benefícios que elas possuem por serem mulher, como licença maternidade, pausas para amamentação, dentre outros.

Se o funcionário da escola for homem, deve demonstrar equilíbrio, respeito e admiração pela mulher, convidando os alunos a apresentarem o mesmo comportamento, afinal de contas, não se mostra que se gosta de mulher com submissão e satisfação dos próprios desejos, mas com educação, respeito e admi-
ração. Se não tem esse comportamento para com as mulheres, pode ser que goste de mulher, mas não goste tanto quanto deveria. Alunos homossexuais devem ser educados a respeitar as diversidades também, pois muito se fala da tolerância quanto aos homossexuais, mas pouco se fala da tolerância dos homossexuais para com os heterossexuais e é isso que gera o comportamento destrutivo e ofensivo por parte de algumas minorias exaltadas.

Tanto homens quanto mulheres devem educar, também pelo exemplo, pelo respeito, pela subordinação. Normalmente mulheres ocupam cargos de chefia e homens cargos subalternos. Homens acatarem ordens superiores com alegria e préstimo é uma excelente catequese aos alunos. Mulheres que ocupam postos elevados se comportarem e se vestirem com decência é uma excelente forma de educar pelo exemplo.

Conclusão: 1- As feministas, ao colocarem a culpa da violência contra a mulher nos homens, genericamente falando, estão cometendo uma injustiça, porque não são homens que praticam violência, mas criminosos, independente que sejam homens, mulheres, homossexuais, lésbicas, ou pansexual; 2- A modéstia e a decência é um expediente em que o maior beneficiado é o seu praticante; 3- Homens e mulheres devem manter uma relação saudável, discreta e respeitosa dentro do ambiente de trabalho,  sob  pena  de,  pelo exemplo,  acabar  se  incentivando que alunos ajam de
maneira semelhante, ou justificando atitudes piores por parte deles; 4- Dentro do ambiente escolar, o que deve transparecer na mulher é a satisfação da condição de mulher, mãe e esposa, enquanto o homem deve demonstrar caridade respeitosa (caridade, porque carinho pode ser mal interpretado), educação e reverência à figura feminina.

Eu já disse certa vez que a mulher que quer se igualar ao homem, na verdade, quer se rebaixar e reafirmo o mesmo. A figura pretensamente machista do homem trabalhando e a mulher cuidando da casa e da educação dos filhos, com certeza coloca a mulher numa função de grau de importância soberba que, se ofendida, acaba por desmoronar toda uma tradição moral, toda uma identidade social. De outro lado, a figura da feminista, mostrando os seios em manifestações nas ruas é uma figura perversa, assassina (aborto), infeliz consigo mesma, pois quer se igualar ao homem e que em nada contribui para o regular
desenvolvimento da humanidade, mas a volta à barbárie, sem contar que as verdadeiras mulheres que merecem nossa admiração e alcançaram enorme sucesso são mulheres decentes, modestas, trabalhadoras, mães exemplares e esposas dedicadas.


Essa posição não desmerece a mulher, pelo contrário, a coloca numa posição venerável.