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terça-feira, 12 de setembro de 2017

Modelo de notificação extrajudicial à escola (Ideologia de gênero)

Todas as informações necessárias estão na imagem ao lado, mas não custa transcrever para facilitar o tráfego de informações:

"Os pais têm direito a que seus filhos recebam a educação religiosa e moral que esteja de acordo com suas próprias convicções (art. 12 da Convenção Americana de Direitos Humanos)

"PROCESSEM POR DANO MORAL - As escolas e os professores que transmitirem ao seu filho conteúdos morais que estejam em conflito com as suas convicções"

Respeitando os direitos reprográficos segue a postagem em que você pode baixar os modelos de notificação e como fazer para processar escolas e professores que extrapolam os limites do ensino e passam à doutrinação ideológica.

PARA TER ACESSO AO MODELO, ENTREM NO SITE DO ESCOLA SEM PARTIDO pelo link abaixo:
http://www.escolasempartido.org/artigos-top/552-modelo-de-notificacao-extrajudicial-arma-das-familias-contra-a-doutrinacao-nas-escolas

Nota do editor:

A liberdade de consciência envolve também o direito de a família ensinar os seus filhos da forma mais adequada com as próprias convicções. Quando nós vemos exemplos mais caricatos como a Família Bolsonaro em que os quatro filhos do Jair, Carlos, Eduardo, Flávio e Renan, nenhum deles são esquerdistas, e compartilham em grande parte dos posicionamentos do pai. Se isso é adequado, ou o mais certo, vai da cabeça de cada um decidir, mas é um exemplo de que os pais têm direito a educar os filhos da forma como acha mais conveniente, sem ingerências do Estado, ou das escolas particulares.

Na verdade, a educação moral deve ser responsabilidade das famílias e por elas cobradas, com punições sérias a alunos e famílias que não cumpram com o seu papel. A falta de punição a alunos e a famílias que faz a geração sem limites.

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Trecho da entrevista de Camille Paglia sobre ideologia de gênero

Transcrição de um trecho da entrevista de Camille Paglia demonstrando que a relativização dos gêneros é algo que indica um declínio de uma civilização que vai acabar no caos e, então, no caos, os papéis entre homens e mulheres deverão ser novamente bem distintos por questão de sobrevivência.

Muitas vezes disseram que eu sou identificada como transgênero, não há dúvidas de que eu, desde o começo, nasci no fim dos anos 40 e cresci nos conformista anos 50, quando os papéis sexuais eram muito polarizado: uma garota era uma garota e um garoto, um garoto.

Eu não me identifiquei com meu gênero, definitivamente, tive uma grande disfunção de gênero e me vestia com roupas masculinas. O máximo que podia isso só era permitido no dia das bruxas, me fantasiar com roupas masculinas no dia das bruxas.

Mas ainda acredito que existam fundamentalmente dois sexos que são determinados biologicamente, e há uma área cinzenta no meio.

Comecei escrever sobre a androginia, a mistura dos limites entre homem e mulher na faculdade. Gostava muito do assunto, o encontrava em todo lugar. Nas obras de Shakespeare, o travestismo de Rosalind em "Como Gostais".

Quando cheguei à pós-graduação, isso foi o tema da Minha tese, o título original: "sexual Persona", eram as categorias de andrógeno, que se tornou o subtítulo de Minha tese.

Fiz pesquisa na biblioteca, fui à faculdade de medicina e pesquisei sobre biologia reprodutiva e aprendi sobre essa área cinzenta entre gêneros.

Mas é um número muito pequeno de casos, um número diminuto, está bem? Gêneros autênticos que são ambíguos. Acho que é propaganda dos transgêneros faz alegações muito inflamada sobre a multiplicidade de gêneros.

E a cirurgia de redesignação sexual, mesmo hoje, com todos os seus avanços, não pode mudar o sexo de ninguém.

Você pode se identificar como um homem trans, ou como uma mulher trans, ou como uma das novas definições, mas, por fim, toda célula do corpo humano, o DNA dessa célula segue codificado para seu nascimento biológico.

Então, muitas tiras são propagadas atualmente que acho que não é do melhor interesse de ninguém.

O que me preocupa é a popularidade e a disponibilidade da cirurgia de redesignação sexual. Alguém que não sente que pertence ao gênero biológico, as pessoas estão sendo encorajados a intervir no processo. Pais estão sendo encorajados a submeter a criança a procedimentos cirúrgicos que acredito ser uma forma de abuso infantil. Hormônios para desacelerar a puberdade, manipulações cirúrgicas etc. Acho isso errado, acho que as pessoas devem esperar até ter idade para dar consentimento. Pais não deviam fazer isso com seus filhos.

E acho que até na adolescência é cedo demais para esse salto. As pessoas mudam, as pessoas crescem e se adaptam.

Preocupa-me... E meu estudo histórico em "Sexual Persona", sempre falo sobre as fases mais avançadas de Cultura. Sempre fui atraída pelas fases mais avançadas, ou decadentes da cultura.

Oscar Wilde é um dos grandes expoentes no fim do século XIX. Ele é uma de minhas maiores influências na juventude. E descobri, em meu estudo, que a história é cíclica.

Em qualquer lugar do mundo você encontra um padrão. Em períodos antigos, que quando uma cultura começa seu declínio, você tem o surgimento de fenômenos transgênero. Isso é um sintoma do colapso de uma cultura.

Então, ao invés de as pessoas elogiarem o liberalismo humanitário que permite todas essas possibilidades transgênero aparecerem, ou serem encorajadas, eu ficaria preocupada com como a cultura ocidental está se definindo para o mundo, porque, na verdade, esse fenômeno está incentivando os irracionais e quase psicóticos inimigos da cultura ocidental na forma do Estado Islâmico e outros jihadistas. Nada define melhor a decadência do ocidente para os jihadistas do que nossa tolerância à homossexualidade aberta e essa mania transgênero.

Acho que qualquer visão de futuro... O futurismo da ficção científica do fim do século XIX e começo do século XX, normalmente projetou que homens e mulheres, no espaço distante começaram a se adaptar em gênero. Você vê isso em "Star Wars", o gênero começa a ser apagado, homens e mulheres trabalham lado a lado quase como uma máquina, algo de mecânico, fazendo desaparecer as diferenças de gênero.

Sim, cada vez mais o "masculino" é visto como algo retrógrado, algo paleolítico, algo que pertence ao passado. No entanto, sigo avisando que a possibilidade de desastre de qualquer tipo: o desastre político, guerras, fome, mas também problemas climáticos muito severos. Não o aquecimento global, cujas alegações são inflados.

Acho que a mudança climática é inerente a história da Terra e todo tipo de coisas pode acontecer com a terra: Erupções Solares inesperadas, vulcões em erupção e mandando cinzas para atmosfera. Mudar o clima tão gravemente durante décadas que a produtividade agrícola no mundo todo é afetada. Todo tipo de coisa pode acontecer, e o aviso... Se estudar a história, é previsível.

Como Roma caiu, o Ocidente também cairá. E o que nos restará? Dependeremos homens de novo, precisaremos de HOMENS.

As mulheres e crianças ficarão em casa e os homens terão de sair e caçar animais selvagens com as mãos, cortar a carne e fazer o trabalho pesado e, de repente o masculino voltará.

Então, acredito que o gênero é fluído em um respeito. Tirando isso, existem certos fatos fundamentais que a atual teoria dos gêneros se recusa a reconhecer.

A maioria dos homens tem de oito a dez vezes mais o nível de testosterona, o hormônio masculino, que qualquer mulher, está bem? Existem diferenças profundas no cérebro que surgem de banhar os tecidos nesse hormônio masculino.

Não vejo testosterona como inimigo da humanidade como tantas feministas veem. Acho que essa energia ativa e agressiva dos homens criou civilizações.

A mulher moderna se beneficiou tremendamente desses grandes sistemas que o homem criou. E nesses sistemas protetores nós tomamos o poder, temos uma voz, temos proeminência, etc., etc. Me parece muito ingrato a mulher moderna negar todo o trabalho... E o trabalho que o homem continua a fazer, o homem segue fazendo no mundo, todo o trabalho sujo com as mãos.

O trabalho sujo e sem glamour com as mãos. Sair após uma tempestade com cabos elétricos caídos porque as árvores derrubaram os cabos, desafiando a morte... Eles saem no meio da noite.

Não vejo mulheres clamando para sair no meio da noite para consertar a rede elétrica, não vejo mulher clamando para misturar o piche quente e colocar nos tetos. Ou para consertar as redes de esgoto, algo que há duas semanas, uma grande rede de esgoto se rompeu numa cidade vizinha e as pessoas que estavam lá fazendo o trabalho sujo eram todos homens, os quais nós deveríamos agradecer.

Acredito que, com a mudança das culturas, sim, existem definições distintas de homem e mulher. Em culturas mais sofistica os sexos se unem, então há um grande colapso e recomeçamos a história humana, e existe a separação dos Sexos.


quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Procurador da República alerta pais, professores e escolas



Guilherme Schelb, Procurador Regional da República, faz um alerta à todos os pais sobre o ensino da ideologia de gênero que está sendo apresentado/ensinado às crianças tanto nas escolas públicas quanto nas particulares, ensino este totalmente ilegal.

Link para fazer o download do “Modelo de notificação extra-judicial”: http://www.bit.ly/protegerfamilias

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Palestra sobre sexo anal

Hoje eu vou falar de sexo anal, o que vai responder muitas outras perguntas.

Sexo anal é normal, é biologicamente viável? Todo mundo deveria experimentar? É natural para todo mundo? É bastante prazeroso se você fizer direito? Você vai ver isso escrito em todas as revistas. Fiz uma pesquisa em uma banca e você vê isso em todas as revistas. Todas diziam a mesma coisa: prática norma, bastante satisfatória, todo mundo deveria experimentar, tem uma forma correta de fazer, tudo isso.

Todos os sites pornográficos têm. Contos pornográficos de que essa é uma experiência extraordinária, que as mulheres gostam muito. Têm medo de fazer, mas se experimentarem fazer vão adorar e que os homens vão achar o máximo.

Tudo isso está escrito, se vocês forem para uma banca de jornal e comprar uma revista vão encontrar isso.

Eu, como disse para vocês, eu trabalhei durante algum tempo em uma enfermaria com pacientes terminais do vírus da AIDS. Era o hospital Gaffrée e Guinle, o hospital que atendeu o Cazuza, e a enfermaria era a 10ª enfermaria do Gaffreé e Guinle, que fui justamente aquela patrocinada por ele.

Naquela época, naquela enfermaria, haviam 20 pacientes, todos era homossexuais e, quando a gente termina a clínica médica, a gente tem que fazer uma monografia para conclusão do curso. Como todos os pacientes tinham Aids, nós escolhemos a Aids para escrever “quais as doenças oportunistas que acontecem com o vírus da AIDS”. Naquela época não havia o coquetel, o número de doenças oportunistas era muito maior do que é hoje.

Então nós pegamos os prontuários de todos os vinte pacientes e pegamos também 100 prontuários de pacientes anteriores e fizemos a listagem estatística das doenças.
Em primeiro lugar estava a “Endocardite Bacteriana”. Todos os 120 pacientes que nós selecionamos eram portadores de endocardite bacteriana. Era a colonização das válvulas cardíacas por bactérias. Então nós colocamos na monografia, primeiro da lista, “Endocardite Bacteriana”. Em segundo lugar, daí tinha pneumociscarine, tuberculose, e a gente foi contando.

Quando a gente foi apresentar para o professor, ele disse: “espera lá, está errado”. Aí ele riscou o material. Aí eu perguntei: “mas por que? Todos tinham”, eu fui à outra enfermaria e todos eles tinha endocardite bacteriana. Poxa, todo aidético tem endocardite bacteriana. É uma doença que vem com a Aids. Então eu voltei lá: “todo paciente imunodeprimido produz, inicialmente, endocardite bacteriana”. Mas ele, o professor, disse não.

Mas todos os nossos pacientes têm. Ele mandou a gente ir em outra enfermaria com pacientes terminais de câncer e doenças degenerativas. Nenhum deles tinha endocardite bacteriana, todos estavam imunodeprimidos.

Eu fui à área imunológica e nenhum paciente imunodeprimido tinha endocardite bacteriana. Endocardite bacteriana não é uma complicação daqueles imunodeprimidos. Por que?

Daí esse professor me explicou os fatos da vida, mas não de maneira tão agradável como eu vou fazer para vocês.

Então ele me explicou que isso não era decorrente da Aids, mas era decorrente do sexo anal. Como assim? Em não entendi e ele teve que me explicar e não foi muito agradável.

Essa aqui é a vagina feminina, o útero e o ovário, aqui é o aparelho digestório. Boca, esôfago, estômago, intestino delgado, intestino grosso, reto e esfíncter. A única coisa que eles têm em comum é eles serem cavidades. Então a cavidade vaginal faz parte da função sexual, é um órgão sexual, ele foi criado para que? Para o ato sexual. Ele foi projetado para isso.

O intestino faz parte do aparelho digestório, foi projetado para o fim de absorção de alimentos. Ele não foi projetado com o objetivo sexual.

Então no orifício vagínico, se eu fizer o aumento, o que você encontra? 16 camadas celulares, 7 camadas musculares, células caliceformes que produzem muco aquoso.

Vamos fazer a mesma coisa no aparelho digestório: microscópio, vamos aumentar. Vocês que estão na escola estudando os aparelhos do corpo humano, quantas camadas celulares eu tenho no tubo digestivo? Uma. Célular colunares, uma camada com células ciliares no topo, tecido conjuntivo embaixo e o plexo esplênico, que é aquele conjunto de veias que leva tudo para a veia-cava, distribui para o coração.

Eu tenho células caliciformes também, que produzem muco, mas não produzem muco aquoso, mas produzem muco seroso.

O muco seroso tem como função, proteger o intestino dos ácidos estomacais. Quando você faz autópsia, você tem que usar todo um aparato para você não sofrer queimaduras graves com os ácidos estomacais. Se você enfiar o seu braço no estômago de um cadáver recente, você vai perdê-lo, as queimaduras serão muito intensas. Lembra o que acontece com o bife mastigado, no estômago? Vira líquido, ácido, e bife é carne. Um pedaço de bife do seu braço dentro daquele ácido vai virar líquido. Então os ácidos estomacais são altamente corrosivos. Por que que não corrói seu estômago? Porque você tem uma camada brilhante que protege o estômago dos ácidos, um muco seroso.

O muco seroso, além de proteger o estômago dos ácidos, ele aumenta o atrito, porque se o alimento passar muito depressa, o que acontece? Diarreia e você morre. Então o alimento precisa passar devagar para que você possa absorver os nutrientes: absorve os açúcares, as proteínas, as substâncias, as vitaminas... Então o muco seroso aumenta o atrito, enquanto o muco aquoso diminui o atrito.

No aparelho reprodutivo temos 16 camadas celulares, e no aparelho digestório, apenas uma. Aqui em volta, no aparelho digestivo eu tenho apenas uma camada de músculo, que dá a volta, que é a que faz os movimentos peristálticos. Só uma, precisa de mais? Não. É apenas uma camada que empurra o bolo alimentar ao longo do tubo digestivo. E no final você tem o esfíncter que serve para reter as fezes e só para isso, não tem outra função. Você relaxa e ele libera.

Então, quando você compara os dois, há comparação possível? Não.

Quando você atrita no aparelho reprodutor, não tem nenhum problema, mas quando você atrita no digestivo o que acontece? O que acontece no ato sexual? Atrito e intenso.

Se você for fazer uma cirurgia e correr o risco de abrir o intestino, qual a preparação pré-operatória? Vocês já não são criancinhas, vocês já têm uma noção, pode até procurar na Internet.

Você vai tomar um comprimido laxante para eliminar o máximo de fezes, você vai tomar antibióticos para matar as bactérias, você vai fazer uma lavagem intestinal até a água sair limpa e a última lavagem é com antibiótico, porque se cortar e essas bactérias entrarem, como é interno, você vai morrer de septicemia, então eles vão ter que limpar tudo.

Durante o sexo anal, faz lavagem intestinal antes? Não. Então é um ambiente altamente contaminado. Quando você for fazer atrito, só tem uma camada celular, vai romper e vai sangrar. Com a ruptura e sangramento, o que você vai jogar na corrente sangüínea? As bactérias presentes nessa região, que são Escherichia coli, se você tiver sorte e outras mais patogênicas se você não tiver.

Em volta, nós temos linfonodos, que são aqueles famosos da AIDS. Esses linfonodos quando veem essa bactéria, eles aumentam de tamanho, daí você começa a ter uma granulação. Por isso a incidência maior das pessoas que têm hemorróidas. Inchaço em algumas veias dessa região e dificuldades na musculatura dessa região.

Essa ruptura constante faz com que as bactérias vençam a ação dos linfonodos e caiam na corrente sanguínea. O que que a gente tem logo atrás do intestino? O intestino absorve os  nutrientes, certo? E depois você tem que espalhar eles pelo corpo. Então o plexo esplênico cai onde? Na veia cava. E a veia cava vai para onde? Direto para o coração
Então essas bactérias das fezes caem no coração e colonizam as válvulas do coração, provocando endocardite bacteriana.

Então não é a AIDS que provoca a endocardite bacteriana, mas é a prática do sexo anal.


Com a AIDS a endocardite evoluía para uma periocardite e nós tínhamos que fazer punções, para retirar o líquido inflamatório do coração, porque senão eles morreriam por asfixia, por contrição cardíaca.

Além disso é muito mais comum a insuficiência cardíaca em homossexuais mais idosos, em que a incidência chega a 68%, diferente da população não homossexual que é de 8%.

Além disso, essa lesão constante, provoca a alteração da morfologia dessas células, provocando displasia. Displasia rima com neoplasia. A incidência de câncer retal na população é de 3% a 4%, entre os homossexuais chega a 32%. Então, há uma relação direta entre a prática de sexo anal e a incidência de câncer retal.

A mulher não tem terminais nervosos de sensibilidade na área do tubo digestivo, então ela nãos ente absolutamente nada com a prática do sexo anal a não ser o sofrimento, a dor. Isso, a não ser que ela compre anestésicos, que são medicações inibitórias da sensibilidade para a prática do sexo anal e compre lubrificantes artificiais para neutralizar o muco seroso e permitir que esse acesso se faça com mínimas lesões. Então, sem lubrificantes artificiais, sem anestésicos para neutralizar a dor, é uma prática dolorosa, humilhante e violadora, sendo que ela tem um órgão próprio para isso.

Por que o homem teria que submetê-la a isso se não fosse por sadismo? É o prazer em infligir dor. Porque ele aprendeu nos contos pornográficos, se você a tratar com a brutalidade necessária, você conseguirá que ela sinta prazer.

Para o homossexual, pelo menos há uma desculpa. Encostado no reto, nós temos a próstata, tanto que o exame de próstata é retal.

Na frente nós temos o pênis e atrás a próstata. A próstata, a parte da frente que dá para os corpos cavernosos, ela tem uma camada córnea. O que é uma camada córnea? Espessa. Com tecido cartilaginoso. Com que objetivo? No ato sexual não há impacto? Então se no ato sexual há impacto, para proteger a próstata que produz o líquido seminal que vai nutrir os espermatozoides e permitir a reprodução, essa camada protege do impacto frontal. Então não há nenhum problema, para a próstata, o ato sexual.

Se você impactar por trás, o ato sexual homossexual tem que ser necessariamente violento. Você tem que bater com força para atingir a próstata. Então temos o sexo anal e ele tem que ser violento. A não ser que você conversasse pessoalmente com alguém que pratica, ninguém iria te contar.

Se você bater com força suficiente e traumatizar a próstata, ela sangra, porque a parte de trás não possui camada córnea. Não se esperava na natureza nenhum impacto posterior.

Está protegido pela espinha e pelo intestino. Quando a próstata sangra, ela produz células inflamatórias, ela incha. Se ela inchar e você bater com força suficiente, você vai atingir o feixe nervoso que está ligado aos corpos cavernosos e você pode provocar uma ereção. Se você continuar batendo com força suficiente e conseguir inchá-la o suficiente, pode sensibilizar os corpos cavernosos e lá pela quarta ou quinta experiência, você pode ter uma ejaculação. Mas você só vai conseguir essa ejaculação se após essas múltiplas experiências você conseguir uma hiperplasia de próstata, se sua próstata estiver inchada.

Com o passar do tempo, essas múltiplos traumatismos da próstata, ela começa a produzir células displásicas também. Displasia rima com neoplasia.

O índice de câncer de próstata na população é grande, até porque não se faz os exames correspondentes e existem outras motivações. Está alto e tem chegado a 18%, 20%. Entre os homossexuais o índice é de 68%. Porque a prática sexual que eles utilizam pressupõe o câncer de próstata.

Nem vou falar dos problemas urinários e renais decorrentes dessa prática.

Tudo isso que eu falei, procurem em um livro de fisiologia médica. Ou cheguem para algum médico e perguntem: “tem algum erro nisso?”. Alguma dessas estruturas anatômicas está errada, ou equivocada, ou transtornada?

Diante do que ele aprendeu na faculdade de medicina pergunte: se fizer isso, é isso que vai acontecer?

Então, o sexo anal é natural, é biologicamente muito bom, extremamente agradável, saudável, produtivo, uma prática natural, que todo mundo deveria experimentar um dia? Mas é o que está escrito na literatura. Baseado em que eles dizem essas coisas? Baseado nos contos pornográficos. Baseado nos objetivos de que com esse tipo de prática você tem alguém obtendo prazer com o sofrimento de outro ser humano.

Você pode até se submeter e muitas se submetem.

Inclusive nós trabalhamos no IML por algum tempo. Nosso professor era diretor do IML e naquela época não havia o divórcio. Você, para conseguir a separação judicial, você precisava de uma medida cautelar. Se você conseguisse provar maus tratos, você conseguiria isso, facilmente.

Muitas mulheres chegavam falando sobre o abuso. Muitas delas iam preferir o sexo anal, porque nessa situação, como ele queria que ela fizesse isso e já era um sofrimento, ele era menos brutal. No sexo normal, eles brutalizavam tanto que elas preferiam esse que já dói pelo próprio ato, então eles batiam menos.

Então, diante disso aqui, o que as pessoas dizem ser natural, pensem um pouquinho a respeito do que vocês leem, do que vocês escutam, do que dizem na Malhação, nas novelas.

E o engraçado é que ainda tem ginecologista falando que essa prática é normal. Eu gostaria de pegar um debate. Eu ainda não tive a chance de pegar alguém que dissesse isso do ponto de vista da anatomia e perguntar isso. Eu queria saber como é que ele ia responder.

Então, faça uma pesquisa para ver se essa anatomia que eu passei está correta, esse análise comparativa para ver se tem razão, façam essa análise e me digam se é uma prática saudável.

Pensem um pouco sobre as consequências, pensem no futuro, pensem no que vocês precisam realmente para ser feliz.

Palestra proferida por Anete Guimarães.

terça-feira, 12 de março de 2013

FILHOS DO NIILISMO


O Niilismo é uma corrente filosófica que prega a mais absoluta falta de lógica, de sentido na vida, nasce do ateísmo e do hedonismo, no qual a pessoa não tem uma esperança transcendente, não possui uma esperança fora do mundo presente, então procura na própria falta de sentido, a razão de existir.

É o prazer sem compromisso, o dinheiro sem trabalho, liberdade sem responsabilidade. Doutrina que questiona as verdades mais básicas necessárias para se viver em sociedade, para se viver, fazendo com que todos caiam no mais profundo relativismo moral.

Todos os alunos devem ser ensinados que há verdades absolutas, que há necessidades permanentes. Se alguém diz que tudo é relativo, então até a alegação taxativa de que “tudo é relativo” deve ser relativizada, o que acabaria por ser um contrassenso.

Por que temos que tomar banho? Por que necessitamos de uma religião? Por que necessitamos obedecer as Leis? Qual a razão de se agir de maneira honesta, inteligente e correta? Ninguém questiona que a soma do quadrado dos catetos é igual ao quadrado da hipotenusa. Por que questionar as convenções sociais?

Deve-se passar ao aluno que existe um certo, que existe um errado. E se um aluno perguntar: Homossexualidade é errado? O professor deve responder de maneira firme: “para a Igreja Católica, para algumas denominações religiosas, para tradicionalistas, sim”. Mas isso não  é relativizar uma informação? Com certeza que não, porque a partir do momento em que se aceita uma doutrina, toda inteira, deve-se partilhar dos mesmos entendimentos dela com relação às questões de ordem moral.

Ensinar os alunos católicos a serem católicos, judeus serem judeus com perfeição, protestantes, ou sem religião, da mesma forma, amando aos diferentes, respeitando até quem, aos seus olhos, está errado é mais produtivo que jogá-los no relativismo, contraproducente é tentar relativizar as convicções dos alunos, tentar jogar ele contra as crenças de seus pais. Isso nada tem a ver com religião, mas é uma forma de se construir uma formação completa, fazer com que o aluno perceba que há coisas que devem ser levadas com mais seriedade, como religião, escola, profissão, relacionamentos. Necessário ensinar o significado e como se comportar diante da seriedade.

Ensinar o niilismo, o relativismo, a doutrina das várias verdades paralelas e todas elas igualmente válidas é convidar o aluno ao relativismo moral no qual ele pode se permitir ser bandido, ser relapso, ser violento, afinal de contas ninguém é mal só pela maldade, todo mundo tem os seus motivos. Até o Diabo tem os seus motivos para odiar a Deus e a toda Criação. O que tem que fazer é jogar esses motivos na balança para ver se são adequados, verdadeiros e razoáveis.

Por isso que o professor tem que responder dentro da esfera de liberdade de cada aluno, mas mostrando que no mundo há verdades absolutas, há convenções sociais necessárias, que precisam ser observadas.

Exemplos da necessidade de se observar essas convenções sociais são os casos das pessoas que acabam por se mutilar com tatuagens, modificações no corpo, meninos com brincos, cabelos compridos, meninas que se comportam de maneira excessivamente masculinizada, ou meninos que se comportam de maneira efeminada, situação que depois acaba por dificultar que eles encontrem um emprego, se relacionem e acabem sofrendo bulling, senão na escola, com certeza no seu convívio.

Menina ser masculinizada e menino ser efeminado nada tem a ver com a opção sexual de cada um. Existem convenções sociais que os movimentos de esquerda pretendem relativizar, mas enquanto isso não acontece e, acaso isso não aconteça, ainda temos convenções sociais, uma expectativa da sociedade com relação a cada um. Por mais hipócritas que sejam essas expectativas, por mais misógino, machista, ou por mais errado que a sociedade esteja, é nessa sociedade em que o aluno vive e é nela que o aluno deverá conseguir sua subsistência.

Evidente que há coisas que devem ser conversadas em reservado. Alunos devem ser instruídos a se vestirem com decência, falar, homens de uma forma varonil, meninas a cultivar gestos e posturas mais doces e delicadas. Isso ajuda na construção da própria identidade.

Há discursos de grupos extremistas, feminazis e homonazis que dizem que esse tipo de atitude por parte da escola é repressivo à formação da identidade sexual, mas ao mesmo tempo dizem que o homossexualismo se manifesta, independente do meio. Não se trata de tentar boicotar a liberdade sexual do aluno, mas de falar a ele: “esse seu jeito de falar pode te vitimar”; “essa sua postura pode te causar transtorno”; “respeite-se e seja respeitado pelos outros”.

Direto ao assunto
O que foi escrito até agora foi para dar supedâneo à tese fundamental do artigo.

Eu peguei carona na identidade sexual, meninos se comportando como meninos e meninas como tais, porque começa aí a questão das verdades absolutas, inalienáveis e inafastáveis. Essas questões podem ser preponderantes no sucesso profissional e financeiro dos alunos, principalmente em cidades menores. Questão de opção sexual de cada um à  parte, necessário que o professor oriente o aluno a se adaptar à sociedade em que ele está inserido. Fala-se muito de adaptá-lo à informática, novas tecnologias, mas pouco, na verdade até se combate, a questão dos valores que a sociedade sinceramente guarda.

Quem vem com a ideia de que não existem verdades absolutas, que existem questões a serem desconstruídas para que a pessoa seja mais livre, mais feliz, mais produtiva, é evidente que esse agente demolidor das verdades fundamentais da sociedade está querendo introduzir você em alguma coisa errada. Por exemplo, a sobriedade. Para que manter a sobriedade? A sobriedade é uma coisa que a sociedade hipócrita prega. Atentando contra a sobriedade, cai-se no alcoolismo, abuso de drogas... Por que deve haver um respeito pelo próprio corpo? Por que temos que refrear nossos impulsos? Atentando contra a dignidade do próprio corpo acaba-se caindo na promiscuidade.

Ocorre que mesmo que digam que há um niilismo, e que a vida da pessoa não precisa de uma relação de causa e efeito, permitindo um prazer pelo prazer, liberdade sem responsabilidade, dinheiro sem trabalho, o mundo não é assim e bandidos são mortos, devassos contraem doenças venéreas devem ser responsabilizados por gravidezes indesejadas e o libertino acaba recebendo no próprio corpo a paga pelas suas transgressões.

Se uma pessoa é perseguida por ser homossexual, na verdade por essa homossexualidade transparecer nos gestos mais corriqueiros, então é evidente que perante àquela sociedade esse tipo de conduta não é adequada. Se o aluno for homossexual, ou for heterossexual, não compete ao professor dar palpite sobre, mas é necessário que ensine ele a se desviar das perseguições e não provocar a ira dos outros, por mais errados que os outros estejam. Ninguém chuta um cachorro violento na rua, mas se possível adota uma postura pacífica, gestos lentos e previsíveis e faz de tudo para que aquela fera não o ataque. Da mesma forma no convívio social. Por mais que grupos intolerantes estejam errados, não convém irritá-los, porque ninguém quer mártires, mas querem que as pessoas vivam em paz e de maneira produtiva.

Conclusão
O que os alunos, pais de alunos, alunos, professores e sociedade precisa entender é que o niilismo, o relativismo, a questão de que no mundo há várias verdades paralelas e todas igualmente válidas gera uma falta de referencial, gera um comportamento permissivo demais que pode desembocar em uma situação de exagero (vícios, promiscuidade, crime).

Na questão específica dos homossexuais o que ocorre é que os movimentos homossexuais querem que as pessoas com tendências homossexuais demonstrem isso em cada minuto do seu dia. Eu gosto de mulher mas raras são as vezes que eu demonstro isso, só para ilustrar. E demonstrando de uma maneira IRRESPONSÁVEL, acabam ficando expostos a sofrerem bulling, repressões e perseguições.

O que os movimentos homossexuais querem é justamente que os homossexuais sofram preconceito, que apanhem na escola, que apanhem de playboys e intolerantes na rua, para depois aparecerem de vítimas na televisão e usarem esses fatos isolados como pretexto para alimentar o ódio contra a grande massa de heterossexuais e conseguirem perante o Poder Público mais vantagens e privilégios. Ou por que outro motivo os homossexuais e ateus provocam tanto a Igreja Católica e aos cristãos como um todo? Porque eles querem que as Igrejas respondam em mesmo tom, processem, mandem para a cadeia, percam a paciência e os acabem agredindo na rua, tudo isso para depois dizer que os religiosos são intolerantes. Isso precisa ser desmascarado.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

A orientação inclusiva quanto à homossexualidade para o professor de direita

A questão do homossexualismo é, talvez,  a questão mais desconcertante para um professor de Direita, um professor que preze pelos valores cristãos, éticos e morais que vêm pautando nossa sociedade e civilização ocidental há milênios, no entanto, facilmente abordável quando se mantém o foco, não na orientação sexual, naquilo que os homossexuais fazem ou deixam de fazer, naquilo que a bíblia ou o alcorão fala sobre o assunto, mas no valor que tem a dignidade humana.

Não se pode criar divisões, criar dia para ensinar sobre a tolerância ao homossexual, dia para se tratar da tolerância ao negro, ao índio, à cultura judaica, islâmica, ateia, enfim, a grupos, classes, divisões, segmentos. Evidente que isso, uma hora, ou outra vai gerar luta de classes, ódio de todos contra o cristão, caucasiano, heterossexual e de direita política, chamado pela esquerda de “burguês”, mesmo sendo que os partidários da esquerda política possuam mais dinheiro que os da direita, hoje em dia.

Uma educação verdadeiramente inclusiva não divide as pessoas em classes, em cores, em orientações, uma educação verdadeiramente inclusiva também tem que falar do respeito que o negro, pardo, índio, homossexual, ateu e simpatizante dos movimentos revolucionários devem ao caucasiano, heterossexual, cristão e de direita política. Isso é verdadeira inclusão: uma discussão que iguale a todos naquilo em que são iguais e, no cerne dessa igualdade encontra-se o respeito à vida e à dignidade humana.

Não é difícil visualizar essa questão, quando se pega um aluno com tendências a importunador e colocar ele no centro do debate, num diálogo franco e direto, de que ele merece respeito, assim como o colega, fazê-lo imaginar o sofrimento, se possível encontrar alguma coisa que o incomoda e dizer que se essa coisa que o incomoda, apelido, atitude, palavra dita, fosse a todo o momento repetida como ele faz, fazer o aluno se colocar no lugar do outro e imaginar como ele gostaria de ser tratado se assim o fosse. E isso não se resume à opção e orientação sexual, mas a deficiências físicas, deficiência de visão, andar claudicante, com auxílio de muletas, meninos e meninas, todos tendo o respeito, não na tolerância às diferentes classes e respeito ao outro como se fosse um elemento estranho ao seu meio, mas, justamente, como ser humano que é.

A colocação das pessoas como diferentes gera panelinhas, grupos, lutas de classes, que é o motor para o comportamento revolucionário. A luta de classes pregada pelo marxismo, baseada no ódio daqueles que não possuem, contra aqueles que possuem inicia-se na estratificação, na criação de classes, de interesses opostos e conflituosos. Esses interesses devem desaparecer e cada um aprender a viver a própria vida em paz, respeitando as diferenças do outro, porque ninguém é igual a ninguém e diferenças gritantes devem ser encaradas com naturalidade ante à complexidade humana e à multiplicidade de possibilidades.

Se possível, alunos diferentes devem fazer atividades juntos, atividades como provas, atividades concretas e trabalhos de equipes, as equipes devem ser formadas pelos professores, com o fim de haver uma alta rotatividade na composição dos grupos e duplas, favorecendo a interação de todos os alunos entre si, cada um aprendendo a tratar o outro com respeito, não apesar das diferenças, mas, simplesmente, sem considerá-las e respeitar o diferente por aquilo que há igual em todos que é a humanidade e a necessidade de se tratar bem para também ser tratado com respeito.