terça-feira, 12 de setembro de 2017

Modelo de notificação extrajudicial à escola (Ideologia de gênero)

Todas as informações necessárias estão na imagem ao lado, mas não custa transcrever para facilitar o tráfego de informações:

"Os pais têm direito a que seus filhos recebam a educação religiosa e moral que esteja de acordo com suas próprias convicções (art. 12 da Convenção Americana de Direitos Humanos)

"PROCESSEM POR DANO MORAL - As escolas e os professores que transmitirem ao seu filho conteúdos morais que estejam em conflito com as suas convicções"

Respeitando os direitos reprográficos segue a postagem em que você pode baixar os modelos de notificação e como fazer para processar escolas e professores que extrapolam os limites do ensino e passam à doutrinação ideológica.

Nota do editor:

A liberdade de consciência envolve também o direito de a família ensinar os seus filhos da forma mais adequada com as próprias convicções. Quando nós vemos exemplos mais caricatos como a Família Bolsonaro em que os quatro filhos do Jair, Carlos, Eduardo, Flávio e Renan, nenhum deles são esquerdistas, e compartilham em grande parte dos posicionamentos do pai. Se isso é adequado, ou o mais certo, vai da cabeça de cada um decidir, mas é um exemplo de que os pais têm direito a educar os filhos da forma como acha mais conveniente, sem ingerências do Estado, ou das escolas particulares.

Na verdade, a educação moral deve ser responsabilidade das famílias e por elas cobradas, com punições sérias a alunos e famílias que não cumpram com o seu papel. A falta de punição a alunos e a famílias que faz a geração sem limites.

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Trecho da entrevista de Camille Paglia sobre ideologia de gênero

Transcrição de um trecho da entrevista de Camille Paglia demonstrando que a relativização dos gêneros é algo que indica um declínio de uma civilização que vai acabar no caos e, então, no caos, os papéis entre homens e mulheres deverão ser novamente bem distintos por questão de sobrevivência.

Muitas vezes disseram que eu sou identificada como transgênero, não há dúvidas de que eu, desde o começo, nasci no fim dos anos 40 e cresci nos conformista anos 50, quando os papéis sexuais eram muito polarizado: uma garota era uma garota e um garoto, um garoto.

Eu não me identifiquei com meu gênero, definitivamente, tive uma grande disfunção de gênero e me vestia com roupas masculinas. O máximo que podia isso só era permitido no dia das bruxas, me fantasiar com roupas masculinas no dia das bruxas.

Mas ainda acredito que existam fundamentalmente dois sexos que são determinados biologicamente, e há uma área cinzenta no meio.

Comecei escrever sobre a androginia, a mistura dos limites entre homem e mulher na faculdade. Gostava muito do assunto, o encontrava em todo lugar. Nas obras de Shakespeare, o travestismo de Rosalind em "Como Gostais".

Quando cheguei à pós-graduação, isso foi o tema da Minha tese, o título original: "sexual Persona", eram as categorias de andrógeno, que se tornou o subtítulo de Minha tese.

Fiz pesquisa na biblioteca, fui à faculdade de medicina e pesquisei sobre biologia reprodutiva e aprendi sobre essa área cinzenta entre gêneros.

Mas é um número muito pequeno de casos, um número diminuto, está bem? Gêneros autênticos que são ambíguos. Acho que é propaganda dos transgêneros faz alegações muito inflamada sobre a multiplicidade de gêneros.

E a cirurgia de redesignação sexual, mesmo hoje, com todos os seus avanços, não pode mudar o sexo de ninguém.

Você pode se identificar como um homem trans, ou como uma mulher trans, ou como uma das novas definições, mas, por fim, toda célula do corpo humano, o DNA dessa célula segue codificado para seu nascimento biológico.

Então, muitas tiras são propagadas atualmente que acho que não é do melhor interesse de ninguém.

O que me preocupa é a popularidade e a disponibilidade da cirurgia de redesignação sexual. Alguém que não sente que pertence ao gênero biológico, as pessoas estão sendo encorajados a intervir no processo. Pais estão sendo encorajados a submeter a criança a procedimentos cirúrgicos que acredito ser uma forma de abuso infantil. Hormônios para desacelerar a puberdade, manipulações cirúrgicas etc. Acho isso errado, acho que as pessoas devem esperar até ter idade para dar consentimento. Pais não deviam fazer isso com seus filhos.

E acho que até na adolescência é cedo demais para esse salto. As pessoas mudam, as pessoas crescem e se adaptam.

Preocupa-me... E meu estudo histórico em "Sexual Persona", sempre falo sobre as fases mais avançadas de Cultura. Sempre fui atraída pelas fases mais avançadas, ou decadentes da cultura.

Oscar Wilde é um dos grandes expoentes no fim do século XIX. Ele é uma de minhas maiores influências na juventude. E descobri, em meu estudo, que a história é cíclica.

Em qualquer lugar do mundo você encontra um padrão. Em períodos antigos, que quando uma cultura começa seu declínio, você tem o surgimento de fenômenos transgênero. Isso é um sintoma do colapso de uma cultura.

Então, ao invés de as pessoas elogiarem o liberalismo humanitário que permite todas essas possibilidades transgênero aparecerem, ou serem encorajadas, eu ficaria preocupada com como a cultura ocidental está se definindo para o mundo, porque, na verdade, esse fenômeno está incentivando os irracionais e quase psicóticos inimigos da cultura ocidental na forma do Estado Islâmico e outros jihadistas. Nada define melhor a decadência do ocidente para os jihadistas do que nossa tolerância à homossexualidade aberta e essa mania transgênero.

Acho que qualquer visão de futuro... O futurismo da ficção científica do fim do século XIX e começo do século XX, normalmente projetou que homens e mulheres, no espaço distante começaram a se adaptar em gênero. Você vê isso em "Star Wars", o gênero começa a ser apagado, homens e mulheres trabalham lado a lado quase como uma máquina, algo de mecânico, fazendo desaparecer as diferenças de gênero.

Sim, cada vez mais o "masculino" é visto como algo retrógrado, algo paleolítico, algo que pertence ao passado. No entanto, sigo avisando que a possibilidade de desastre de qualquer tipo: o desastre político, guerras, fome, mas também problemas climáticos muito severos. Não o aquecimento global, cujas alegações são inflados.

Acho que a mudança climática é inerente a história da Terra e todo tipo de coisas pode acontecer com a terra: Erupções Solares inesperadas, vulcões em erupção e mandando cinzas para atmosfera. Mudar o clima tão gravemente durante décadas que a produtividade agrícola no mundo todo é afetada. Todo tipo de coisa pode acontecer, e o aviso... Se estudar a história, é previsível.

Como Roma caiu, o Ocidente também cairá. E o que nos restará? Dependeremos homens de novo, precisaremos de HOMENS.

As mulheres e crianças ficarão em casa e os homens terão de sair e caçar animais selvagens com as mãos, cortar a carne e fazer o trabalho pesado e, de repente o masculino voltará.

Então, acredito que o gênero é fluído em um respeito. Tirando isso, existem certos fatos fundamentais que a atual teoria dos gêneros se recusa a reconhecer.

A maioria dos homens tem de oito a dez vezes mais o nível de testosterona, o hormônio masculino, que qualquer mulher, está bem? Existem diferenças profundas no cérebro que surgem de banhar os tecidos nesse hormônio masculino.

Não vejo testosterona como inimigo da humanidade como tantas feministas veem. Acho que essa energia ativa e agressiva dos homens criou civilizações.

A mulher moderna se beneficiou tremendamente desses grandes sistemas que o homem criou. E nesses sistemas protetores nós tomamos o poder, temos uma voz, temos proeminência, etc., etc. Me parece muito ingrato a mulher moderna negar todo o trabalho... E o trabalho que o homem continua a fazer, o homem segue fazendo no mundo, todo o trabalho sujo com as mãos.

O trabalho sujo e sem glamour com as mãos. Sair após uma tempestade com cabos elétricos caídos porque as árvores derrubaram os cabos, desafiando a morte... Eles saem no meio da noite.

Não vejo mulheres clamando para sair no meio da noite para consertar a rede elétrica, não vejo mulher clamando para misturar o piche quente e colocar nos tetos. Ou para consertar as redes de esgoto, algo que há duas semanas, uma grande rede de esgoto se rompeu numa cidade vizinha e as pessoas que estavam lá fazendo o trabalho sujo eram todos homens, os quais nós deveríamos agradecer.

Acredito que, com a mudança das culturas, sim, existem definições distintas de homem e mulher. Em culturas mais sofistica os sexos se unem, então há um grande colapso e recomeçamos a história humana, e existe a separação dos Sexos.


quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Procurador da República alerta pais, professores e escolas



Guilherme Schelb, Procurador Regional da República, faz um alerta à todos os pais sobre o ensino da ideologia de gênero que está sendo apresentado/ensinado às crianças tanto nas escolas públicas quanto nas particulares, ensino este totalmente ilegal.

Link para fazer o download do “Modelo de notificação extra-judicial”: http://www.bit.ly/protegerfamilias

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Video da Rebekah Hangstrom sobre Educação Clássica


Palestra de Rebekah Hangstrom sobre Educação Clássica com legenda de Laura Kristoff.
O texto abaixo é a transcrição do vídeo conforme as legendas que aparecem:

Galileu, William Shakespeare, Martin Luther, Charles Darwin, Albert Einstein, John Adams e Thomas Jefferson. O que todos esses grandes pensadores têm em comum?

Uma Educação Clássica. Enquanto muitos de nós na América nem temos idéia do que seja isso, esse é o método através do qual a maioria das pessoas mais influentes da história foi educada.

Em nossa busca por uma escola para nossos filhos, eu descobri a Educação Clássica, e quanto mais eu li mais eu me convenci de que essa é a melhor maneira de educar as crianças.

Além de ter sua eficácia historicamente comprovada, hoje os educadores estão redescobrindo  esse método como uma das mais efetivas maneiras de ensinar as crianças.

Deixe-me contar-lhes minha história. Essa é a foto de meu marido Peter e nossos quatro filhos, com idades entre 18 e 28 anos. 

Quando eles eram pequenos, nós, como muitos outros pais, procuramos pela melhor escola para nossos filhos.

Nós tentamos uma escola pública com uma reputação excelente, tentamos uma escola particular de preparação para a faculdade, também muito bem conhecida, e tentamos até escolas de denominação religiosa.

E, na maioria dos casos, nós percebemos que nossos filhos não estavam sendo academicamente desafiados, e não estavam aprendendo os valores que nós considerávamos mais importantes para eles aprenderem.

Foi muito frustrante! 

Acontece que nossa frustração fazia sentido.

Se analisarmos como os estudantes americanos se saem quando comparados com o resto do mundo, você pode se surpreender.

Dos 34 países desenvolvidos do mundo, nossos estudantes estão em 14° lugar em Leitura, 17° em Ciências, e um péssimo 25° lugar em Matemática.

Lembremos de que estamos falando de 34 países desenvolvidos.

Estes resultados são terríveis!

E no quesito “valores” a coisa não vai muito melhor que isso.

Alguns de vocês reconhecem essa jovem? O nome dela era Hadiya Pendleton. Ela foi a infeliz vítima de um tiro fatal em Chicago há alguns meses (29 de janeiro de 2013).

O artigo de capa de um jornal que cobriu o fato mencionou a pergunta que nosso reverendo na época, Michael Pfleger (que esteve em seu enterro) fez na ocasião – “Quando perdemos nossas almas?”
Ele estava claramente questionando quando foi que nossa sociedade se tornou tão repleta de violência que nós praticamente perdemos nossa humanidade, nossa alma.

Bom, foi aquele mesmo tipo de frustração com a perda dos valores e o fato de que nossos filhos não estavam sendo academicamente testados que nos levou a continuar pesquisando outras opções de ensino.

Ao fazer isso, eu me deparei com um anúncio de uma escola que tinha sido aberta em Rochester havia apenas alguns anos.

Eu li a sinopse sobre aquela escola e imediatamente percebi que aquilo era exatamente o que nós vínhamos buscando.

Então eu entrei em contato com a escola e perguntei se havia filiais dela em cidades vizinhas e eles disseram “Que eu saiba, não, mas a escola começou com 6 famílias, e eu tenho certeza de que vocês podem começar também”. 

O que? Começar uma escola?

Aquele era o pensamento mais remoto que eu poderia ter, mas sabe de uma coisa?

Nós estávamos tão famintos por esse tipo de Educação que, perante todas as possibilidades, foi exatamente isso que fizemos.

Nós iniciamos uma Escola Clássica.

Você pode estar se perguntando “Afinal, o que é Educação Clássica?”

Bom, isso envolve três estágios de aprendizado:

A fase da Gramática, no Ensino Fundamental (Elementary School), onde mantemos o foco nas ferramentas necessárias para os assuntos;

A fase da Lógica, também no Ensino Fundamental (Middle School), onde o enfoque é a compreensão dos assuntos; e

A fase da Retórica, no Ensino Médio (High School), em que focamos na aplicação e comunicação.

Todas essas fases se integram perfeitamente com a progressão natural do desenvolvimento cognitivo da criança.

Vamos observar primeiro a Fase da Gramática.  Nessa fase as crianças estão falando com desenvoltura, memorizam informações com muita facilidade, elas são como esponjas!

Vocês que são pais sabem que nessa idade as crianças assistem o mesmo filme inúmeras vezes, e leem o mesmo livro várias vezes e nunca se cansam dele.

Então o que temos que fazer é oferecer o máximo de informação que pudermos, embutidas em músicas, canções, rimas, sons... coisas que as crianças não se importam de repetir o tempo todo.

Então adicionamos movimentos para tornar a coisa ainda mais envolvente e as crianças se divertem tanto que nem percebem que estão aprendendo.

Podemos ensinar os elementos químicos para elas através de uma música;

partes de um discurso e como diagramar sentenças por meio de cânticos... 

É impressionante o quanto eles aprendem usando esse método!

E um outro aspecto da Educação Clássica é que nós usamos os escritores clássicos no início do estágio Gramatical.

Os clássicos resistiram ao teste do tempo, possuem toda a sabedoria das gerações e são repletos de tanta riqueza de conteúdo que as crianças adoram lê-los.

Também  é na fase Gramatical que ensinamos caligrafia, por causa de todos os benefícios cognitivos já bem conhecidos,

e também o ensino do Latim começa nessa fase. O Latim é a base de todas as Línguas Românicas, e aproximadamente 65% da Língua Inglesa é baseada no Latim.

Assim sendo, os alunos que sabem Latim tendem a apresentar um desempenho muito melhor em provas-padrão e, ainda por cima, eles aprendem outros idiomas modernos com muito mais facilidade.

História é uma parte importante também. Nós ensinamos desde a História Antiga até a Moderna seqüencialmente, várias e várias vezes durante os 12 anos de estudos.

E nós priorizamos o uso de documentos originais ao invés de livros e cartilhas, pois assim os estudantes estão, na verdade, lendo o que as próprias pessoas tiveram que pensar e dizer quando da ocasião dos fatos. 

Vamos agora falar da fase Lógica. Nessa fase, as crianças estão se tornando muito mais argumentativas. Elas querem saber “como” e o “porquê” de tudo.

Nós então partimos de onde os alunos estão, e agora introduzimos pesquisa formal, comparamos exercícios contrastantes, eles escrevem a partir da perspectiva de figuras históricas e literárias, e quaisquer atividades que promovam o desenvolvimento de uma compreensão profunda das matérias estudadas, porque essa é a meta da fase Lógica.

Nós lhes damos aulas de Lógica Formal, onde eles aprendem a arte da argumentação, como desenvolver um argumento formal e fundamentado, como reconhecer falácias lógicas, e então eles podem exercitar isso em debates.

Eles começam a fazer muitos debates durante os anos do Ensino Fundamental. 

A Escrita também se torna muito importante nesse período da Lógica; nós ensinamos aos alunos o processo de como escrever e isso é enfatizado até o final do Ensino Médio.

E agora, a fase Retórica.

A fase Retórica é um período em que as crianças começam a se tornar mais independentes, elas agora formam suas próprias opiniões e começam a se separar da família. 

Então, mais uma vez nós aproveitamos o estágio em que se encontram. 

Agora nós não queremos apenas que eles conheçam as ferramentas dos assuntos, e então que entendam esses assuntos.

Agora nós queremos que eles analisem e sintetizem as informações, formem suas próprias opiniões e sejam capazes de comunicar essas opiniões de forma efetiva e persuasiva.

Isso é o que nós consideramos o grande tesouro da Educação Clássica, porque é a combinação de tudo o que se trabalhou. Os estudantes recebem inúmeras oportunidades para discussões profundas onde eles podem exercitar essas idéias de análise e síntese.

Eles exercitam também suas habilidades de debate e aprendem a desenvolver argumentos que se baseiam na razão, e depois eles recebem dois anos de treinamento formal em retórica, onde aprendem a arte de escrever e falar articulada e persuasivamente.

O ponto mais importante da Educação Clássica é que os estudantes aprendem a aprender! 
E com relação à perspectiva de valores?

Bom, historicamente falando, uma Educação Clássica aborda tanto a mente quanto a alma.
Em nossa escola nós nutrimos a alma com valores e crenças judaico-cristãs.  

Nós não exigimos que nossos alunos sejam cristãos. Nós queremos fazer com que entendam que essa é a perspectiva a partir da qual ensinamos, e depois os expomos a todas as outras tradições de fé e assim eles são capazes de compreender os outros pontos de vista do mundo.

Bom, vou lhes mostrar nossos resultados.

Nossos alunos vão bem em todos os testes padrões, mas a maioria de vocês é familiarizada com o ACT e o SAT como os principais testes de ingresso na faculdade.  

Nossos alunos estão entre os 13% melhores colocados no ACT e nos 17% melhor colocados no SAT em toda a nação. 

E nós não estamos mostrando apenas os resultados dos nossos melhores alunos. Nós estamos falando dos alunos de nível médio e outros que estão alcançando esses resultados com esse método.

E como resultado eles recebem ofertas de excelentes bolsas de estudo – uma média de trinta mil dólares por estudante por ano de faculdade.

O mais importante disso tudo é que essas crianças estão aprendendo como se tornarem pensadores profundos, como falar persuasiva e articuladamente, como raciocinar logicamente e como escrever bem. Como eu disse anteriormente, eles aprendem a aprender.

E podemos observar outros benefícios tangíveis: eles aprendem a desenvolver respeito pelos outros, inclusive por aqueles que têm valores e crenças diferentes, e como eles internalizam seus valores, têm uma orientação para tirar conclusões morais.

Eles se tornam responsáveis, confiáveis, e aprendem a dar atenção para o mundo à sua volta. Eles desenvolvem a força de caráter para agir com compaixão.

Bom, com esses resultados eu finalmente tive paz com relação à educação dos meus filhos.

Eu não só não estava mais frustrada, como ainda fiquei muito entusiasmada por poder compartilhar esse método com outras pessoas.

Vocês já imaginaram como seria se todo mundo em nossa cultura recebesse uma Educação Clássica? 
Nossa, imaginem isso!

Nos corredores de Washington DC, nos meios de comunicação de todo o país, nos nossos sistemas de ensino, nas nossas comunidades, na nossa vizinhança.

Como seria?

Imagine cidadãos que sabem sua história tão bem, tão profundamente, que isso evitaria repetir os erros do passado. Cidadãos que tomam suas decisões baseados na razão ao invés da emoção, e que reconhecem as mentiras de modo que não podem ser enganados e manipulados.

Imagine cidadãos capazes de expressar seus pensamentos e idéias de forma articulada e convincente, e imagine debates respeitosos ao invés de apenas denegrir aqueles de quem discordamos.

Isso não seria uma mudança prazerosa no cenário de todas as diferentes áreas da interação social?

Bom, pensando em tudo isso, será que não estaríamos melhores se todos nós recebêssemos uma Educação Clássica?

Com os resultados que estamos demonstrando, qual o tipo de educação você quer que os nossos futuros líderes tenham?

E o seu próprio filho? 

Nós sabemos que isso funciona.

Obrigada!

quarta-feira, 30 de abril de 2014

O livro negro do comunismo (link atualizado)

O livro negro do comunismo é uma obra de Stéphane Courtis e outros grandes e renomados escritores e historiadores que, além de explicaram com riqueza de detalhes, também trazem uma grande bibliografia.

Segue uma descrição contida dentro da própria obra

O LIVRO NEGRO DO COMUNISMO não quer justificar nem encontrar causas para tais atrocidades. Tampouco pretende ser mais um capítulo na polêmica entre esquerda e direita, discutindo fundamentos ou teorias marxistas. Trata-se, sobretudo, de dar nome e voz às vítimas e a seus algozes. Vítimas ocultas por demasiado tempo sob a máquina de propaganda dos PCs espalhados pelo mundo. Algozes muitas vezes festejados e recebidos com toda a pompa pelas democracias ocidentais. Todos que de algum modo tomaram parte na aventura comunista neste século estão, doravante, obrigados a rever as suas certezas e convicções. 
 Encontra-se, assim, uma das principais virtudes deste livro: à luz dos fatos aqui revelados, o Terror Vermelho deve estar presente na consciência dos que ainda crêem num futuro para o comunismo. 
 Como um ideal de emancipação e de fraternidade universal pode ter-se transformado, na manhã seguinte ao Outubro de 1917, numa doutrina de onipotência do Estado, praticando a disseminação sistemática de grupos inteiros, sociais ou nacionais, recorrendo às deportações em massa e, com demasiada freqüência, aos massacres gigantescos? O véu da denegação pode enfim ser completamente destruído. A rejeição do comunismo pela maioria dos povos em questão, a abertura de inúmeros arquivos que ainda ontem eram secretos, a multiplicação de testemunhos e contatos trazem o foco para o que amanhã será uma evidência: os países comunistas tiveram maior êxito no cultivo de arquipélagos de campos de concentração do que nos do trigo; eles produziram mais cadáveres do que bens de consumo.  Uma equipe de historiadores e de universitários assumiu o empreendimento - - em cada um dos continentes e dos países envolvidos - - de fazer um balanço o mais completo possível dos crimes cometidos sob a bandeira do comunismo: os locais, as datas, os fatos, os carrascos, as vítimas contadas às dezenas de milhões na URSS e na China, e aos milhões em pequenos países como a Coreia do Norte e o Camboja

quinta-feira, 10 de abril de 2014

INSTRUMENTALIDADE DAS FORMAS – Por que fazer isso dessa forma?

Uma das mais correntes inquietações dos alunos é o famoso “para que isso?”. Para que aprender trigonometria, análise sintática, aritmética, geografia do Brasil, história antiga e medieval? Qual a utilidade disso? Qual a utilidade de modelos teóricos que não funcionam na realidade?

Dando um exemplo na Filosofia, enquanto se ficar analisando correntes filosóficas, enquanto se fica discutindo o que cada pensador acredita numa decoreba terrível, a filosofia não encontra sua utilidade.

Tanto a filosofia, quanto a trigonometria, análise sintática, enfim, todas as disciplinas e todos os conteúdos devem ser questões relevantes para se resolver um problema material da vida. Entender e saber lidar com o mundo.

Aprender Geografia vai ajudar a entender as diferenças étnicas e sociais existentes globalmente e
regionalmente, vai ensinar o futuro empreendedor que para ele abrir uma padaria na esquina só é viável se do outro lado da rua não existir outra padaria com clientela fiel. Aprender trigonometria em associação com a geografia vai ensinar a saber qual a distância mais curta para se chegar a um determinado ponto quando for viajar. Saber filosofia vai fazer com que as pessoas formem conceitos teóricos dentro da própria cabeça para que, quando se encontrar diante de uma determinada realidade, saiba o que é aquilo e como lidar naquela situação. Isso em colaboração com estudos sobre política vai fazer o aluno saber o que é um Estado, o que é o Direito e saber se, na realidade fática, ele está diante do Estado (Juiz, Ministério Público, Delegado de Polícia) e deve agir com o devido acatamento, ou se está diante de um profissional liberal (advogado, médico) que vai agir com o intento de ajuda-lo e não imparcialmente, talvez querendo condená-lo.

A História nos ensina a interpretar os sinais dos tempos, sabermos se o governo, o clima, a política, a ética, enfim, todas as relações sociais e todos os fenômenos da natureza, o que vem depois, quais as consequências de um governo tirano, como acaba um governo populista, qual a consequência do socialismo e do comunismo, bem como do capitalismo desregrado.

Ocorre que essas questões também são relevantes com relação ao próprio método. É hora de parar com discussões acadêmicas e teóricas, sobre se é bom os professores agirem como facilitadores (postura, aliás, que eu condeno veementemente), ou como autoridade dentro da sala de aula; se o professor conduz o aluno para que ele descubra, ou se o professor ensina.

O que tem que ser levado em conta é resultado. Parar de considerações ideológicas e discussões que teriam relevância se a conversa fosse em outro nível: na discussão de diretrizes educacionais pelas autoridades competentes, mas, ainda assim, só teria relevância essa discussão se fulcrados na realidade.

Dessa forma, o que se tem que levar em conta não é a teoria por trás de cada método, mas a prática. Por exemplo, o que o socioconstrutivismo fez pelo Brasil? As pessoas que aprenderam por esse método são o que hoje em dia? Qual a postura dessas pessoas diante de problemas reais que demandam tomadas de decisão? Como elas escrevem? Escrevem certo, ou errado? Quais cargos que ocupam? Qual o grau de humildade e arrogância, principalmente diante de uma autoridade, ou diante do Estado? Esses são alguns problemas reais que devem ser resolvidos, também pela educação que vem de casa, mas também com o ensino das escolas. Se o método de ensino não está dando certo, não seria certo mudar o método de ensino?

Agora que vem a questão chave: Se os alunos que possuem dificuldade acabam aprendendo por outro método que não o aplicado na sala de aula, não seria interessante aplicar o mesmo método com todos os alunos? Será que a aplicação desse método (alfabetização silábica, objetos concretos, situações problema) diferenciado como padrão não seria interessante para facilitar ainda mais o aprendizado dos outros alunos? Não seria interessante para que não houvesse segregação em uma sala de aula? Não seria interessante do ponto de vista daquelas informações no começo deste artigo?

Dessa forma, eu proponho essa postura de ceticismo, mas um ceticismo saudável, nos seguintes termos:

1 Quais os resultados práticos da aplicação de um determinado método de ensino? 2 Se não houveram resultados porque é algo novo, como que se aplica um modelo meramente teórico sem a devida pesquisa de campo anteriormente? 3 Se houve prévia aplicação em situações reais, por que é melhor do que aquele com o qual o professor está trabalhando agora?


Lembre-se sempre disso: você não está aplicando discussões acadêmicas, nem métodos, ou modelos
teóricos. Você tem um problema que é o aprendizado com disciplina e deve resolver esse problema da melhor forma possível. Da forma mais fácil, mais rápida e mais eficaz.

Parar de ter discussões teóricas, inquietações acadêmicas e aplicar aquilo que dá resultado, essa a a idéia, o fim, a utilidade da educação, porque uma atividade sem resultado não pode ser tica como eficaz. Não vale a intenção, o esforço. Algo muito sério está em jogo e premiar o que está bem colocado, repreender o que está errado e fazer com o que está errado volte ao caminho certo é uma atividade de ensino e não de mera facilitação.

domingo, 30 de março de 2014

Coleção de vídeos, textos e notícias sobre o contra-golpe de 1964

Dia 31/03 é dia de se comemorar a memória dos militares mortos pelos assassinos que hoje estão no poder, reinventando a história, contando a história do jeito que bem entendem.

No entanto, as pessoas que possuem idade e memória, todos eles são unânimes e sentir saudade do período militar, da segurança que eles sentiam e do patriotismo que todos eles sentiam. Época em que o professor era autoridade dentro da sala de aula e que os alunos respeitavam essa autoridade. Época em que os alunos aprendiam o conteúdo e saíam da educação pública com capacidade e conhecimento. Havia muito analfabetismo no Brasil? Havia! Assim como muito analfabetismo nos EUA, na Argentina, na Finlândia, em todo o mundo.

Notícia que dá conta de que os Militares nunca foram intrusos na história, mas que assumiram o poder pelo clamor popular:


Há um artigo muito bom no nosso blog sobre o período militar, destruindo mitos e mostrando a verdade sem influência política alguma:


Há também dois vídeos de um grande professor de história que narra o período militar com um grande conhecimento de causa, porque esse professor também viveu parte de sua vida no Regime Militar:

Revolução de 1964, a verdade sufocada
Esse vídeo é uma narrativa histórica e verdadeira, com rica fundamentação. Professores que pretendem a verdade sobre 1964 e não considerarem o que está nesse vídeo, com certeza está assumindo um risco de não ensinar, mas de aumentar a ignorância dos seus alunos.

BRASIL, GUERRILHA E TERROR - A Verdade Escondida
Esse vídeo mostra o outro lado. Mostra que os revolucionários perseguidos pelo Regime Militar, foram perseguidos porque realmente eram criminosos. Digo o mesmo com relação a esse vídeo. Foram os revoltosos que deram causa ao AI5. A chamada Ditadura começou de verdade, não por causa de uma arrogância por parte dos militares, mas porque os comunistas não queriam abrir mão do poder sem antes infligir o terror. Isso mostra que os comunistas não se importam com o Brasil, se necessário, eles destroem o Brasil. O que eles querem é o poder pelo poder.

Relação de 119 pessoas inocentes mortas pelos comunistas duurante o Regime Militar. Fala-se muito em truculência dos militares, mas pouco se fala nas vítimas fatais produzidas pelas mãos dos guerrilheiros que tinham como líderes José Dirceu, Lula (vulgo barba), Dilma Rousseff, Minc, Gabeira e diversos outros guerrilheiros assassinos que hoje estão no poder:

Essa postura não é uma questão de voz minoritária, ou versão parcial dos fatos, mas a narrativa o mais próximo da verdade possível, porque não se forma alunos com verdades convenientes ao Governo, ao sistema, ao partido político que está no poder, mas se forma alunos com uma abordagem científica sobre os fatos. Se for para falar de história, então a história ensinada para os alunos deve ser ciência.

Não quero que esse artigo seja a última palavra, no entanto, todo o material aqui compartilhado deve, necessariamente, ser levado em conta por professores e alunos quando forem tratar sobre o Regime militar, não porque os conservadores querem, não porque a Direita Política quer, mas porque não se pode chegar a uma verdade ouvindo apenas um dos lados, uma das versões. Se esses relatos são relatos parciais, uma versão da história, então ela deverá ser confrontada com a outra versão da história, com documentos da época, nunca ser simplesmente ignorada.